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"O fim do Direito é a paz; o meio de atingi-lo, a luta. O Direito não é uma simples idéia, é força viva. Por isso a justiça sustenta, em uma das mãos, a balança, com que pesa o Direito, enquanto na outra segura a espada, por meio da qual se defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é a impotência do Direito. Uma completa a outra. O verdadeiro Estado de Direito só pode existir quando a justiça bradir a espada com a mesma habilidade com que manipula a balança."

-- Rudolf Von Ihering

Frases, poemas e mensagens no
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IDIOMA DESEJADO.

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terça-feira, 25 de outubro de 2016

SUPLICO JUSTIÇA E O STJ ME BLOQUEIA NO TWITTER!






Inciso XXXV do Artigo 5 da Constituição Federal de 1988
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito;

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

COMO FAZER BIOGASOLINA EM CASA COMO FAZER BIOGASOLINA EM CASA















quinta-feira, 20 de outubro de 2016

A Verdade sobre Discos Voadores, a farsa revelada





Debate quente sobre ufologia com Ademar José Gevaerd editor da "Revista Ufo" e Salvador Nogueira.






domingo, 16 de outubro de 2016

Sgt da PMERJ cria primeiro quis para ensinar operadores de segurança pública.


Sabemos da capacidade de muitos policias brasileiros que não se furtam a colocar suas habilidades em prol de todos mesmo com todas as adversidades sofridas no dia-a-dia. É uma dessas habilidades extraordinárias que vamos falar hoje.
Você já pensou em um jogo de perguntas e respostas voltados a segurança pública e ao dia-a-dia do policial? Um jogo onde ele possa “passar” o tempo e mesmo assim aprender sobre sua profissão? Pois é esse jogo existe e é gratuito.


Como o nome de BOM BEM, o aplicativo é gratuito, para Android e iOS, e oferece perguntas sobre Segurança e nesta fase inicial, está direcionado aos Operadores de Segurança, para que testem seus conhecimentos, ou ainda adquiram informações de qualidade, para o aperfeiçoamento da técnica profissional.

Bacana não é? Quantos profissionais temos com grandes capacidades mental e de desenvolvimento dentro das corporações policiais que para entrar fazem uma prova dificílima e seus conhecimentos se escondem atrás de um regulamento disciplinar e nunca mais usados? São testados seus conhecimentos para depois na maioria das vezes serem anulados completamente a enxugadores de gelo. Quantos projetos ótimos para a comunidade sairiam se fossem incentivados a produzir com o seu conhecimento? A Warfare Tactical por exemplo, nasceu assim. De uma necessidade. Acha que não passamos trabalho para fazer ela acontecer? acha que nossos produtos foram de pronto aceito devido ao já conhecido "ciúme de homem"? Não é fácil ser praça e ter ideias novas, e devemos enaltecer os que conseguem e não dissuadi-los a fazer. Essa revista que você esta lendo é um outro exemplo. São policiais que dedicam o seu tempo a escrever algo, a passar o que sabem na certeza de que você partilhe das mesmas dúvidas.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Roda de conversa sobre livro Escravos Sociais e os Capitães do Mato Ch...


Quarta-feira, 01 de Abril de 2015

Lançamento do livro sobre a Chacina de Vigário Geral foi tema de debate

Da Redação


Debate tratou das provas inconsistentes e a injusta prisão 






Uma das maiores tragédias sociais do Rio do final do último século, a Chacina de Vigário Geral, ocorrida em 1993, foi revivida em forma de debate durante o lançamento do livro Escravos Sociais e os Capitães do Mato, de autoria do ex-PM e advogado, Sérgio Borges. Realizado no auditório João Saldanha, na sede do Sindicato dos Jornalistas do Rio, o evento contou com a presença do desembargador e ex-procurador-geral de Justiça do Rio, José Muiños Piñero, do advogado de Direitos Humanos, Tiago de Melo, Rommel Cardozo, presidente do Rio pela Paz, e dos jornalistas Carlos Nobre, Elba Boechat, Fábio Lau e Paula Máiran, também presidenta da entidade.



A fragilidade das investigações policiais que levaram à prisão dezenas de acusados injustamente foi o principal tema explorado no debate. Argumento central do livro, Escravos Sociais revela o caso do autor que, inocentado anos depois, foi mantido encarcerado junto a outros policiais militares sem que lhe dessem o amplo direito de defesa assegurado pela Constituição.

- Este livro é um desabafo, um grito de liberdade e principalmente uma peça que representa centenas de outros colegas que, assim como eu, foram acusados de delitos injustamente e jamais tiveram a oportunidade de comprovar sua inocência.

Absolvido pela Justiça, Sérgio Borges não conseguiu até hoje a reintegração à Polícia Militar do Rio de Janeiro. Segundo ele, as pressões políticas da época fizeram com que as autoridades encarregadas das investigações se precipitassem na detenção de suspeitos e até na "fabricação" de provas.

Promotor de Justiça na época, José Muiños Piñero escreveu a apresentação do livro que trata da chacina. Segundo ele, sua decisão em participar do projeto do livro ocorreu porque a história de Vigário foi um grande aprendizado na sua vida e também na de todos que vivenciaram aquela tragédia:



- Na medida em que fomos vendo o andamento das investigações percebemos o quanto a sustentação da responsabilização dos acusados era frágil. E em um momento o meu colega de promotoria, Maurício Assayag, me chamou a atenção para a maneira como Sérgio Borges se portava. Ele respondia a todos os questionamentos e reafirmava sua inocência. Era a indignação própria daqueles que estão sendo injustiçados - disse.

Piñero salientou também que alguns episódios da época jamais voltaram a ser analisados: "o Parque Proletário de Vigário Geral era uma área pobre em um bairro distante do centro do Rio. E ali, abandonados, os moradores foram relegados à sua própria sorte após um entrevero entre traficantes e maus policiais. Quando os PMs, fora de serviço, entraram na comunidade, à noite, os moradores estavam completamente desprotegidos", lembrou.

O caso foi investigado essencialmente por um tenente-coronel da Polícia Militar, Valmir Alves Brum, que à época esteve à frente de outras investigações de grande repercussão como a Chacina da Candelária e posteriormente sobre a fortaleza do Jogo do Bicho estourada pela Polícia. Constitucionalmente, a investigação deveria ter ficado a cargo da Polícia Civil.

A elucidação da chacina só foi possível quando o próprio acusado decidiu gravar conversas que mantinha com presos na prisão. Ali, os verdadeiros culpados passaram a revelar quem tinha de fato participado do crime. Elba Boechat, à época repórter do Globo, foi a primeira jornalista a obter a lista de envolvidos. Mas, para não atrapalhar o esclarecimento do caso, manteve-a em sigilo até que se fizesse Justiça.


Hoje professor de jornalismo da PUC, Carlos Nobre lembrou o quanto era difícil, em meio a tanta pressão, depurar notícias que eram lançadas para a imprensa por quem investigava para evitar injustiças:

- O correto é o jornalista apurar com mais de uma fonte determinada informação. Mas quando apenas uma pessoa detém o controle da investigação este exercício da profissão do jornalista fica prejudicado, disse.

Paula Máiran revelou ter ficado profundamente emocionada com o lançamento do livro exatamente porque a discussão que se seguiu sobre o papel da PM e seu perfil militarizado se deu coincidentemente no dia em que o Golpe Militar completava 51 anos:

- Fiquei emocionada nesta manhã de terça (31/3) com a oportunidade de participar de um debate crítico à militarização da segurança pública em plenos 51 anos do golpe empresarial-civil-militar. Ainda mais que foi no auditório João Saldanha, do sindicato dos jornalistas. Sérgio Borges provou a própria inocência e de outros colegas a partir de investigação no período em que ficou preso por três anos pela chacina de Vigário Geral.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Mais saúde para a população do bairro Lagoinha, Nova Iguaçu, RJ.




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A Clínica da Família da Lagoinha, em Nova Iguaçu, foi inaugurada neste sábado (20/08). A unidade, que é a 28ª entregue pela prefeitura, terá atendimento médico com clínico geral e dentista. No local também será realizado acompanhamento de hipertensão e diabetes, puericultura, pesagem, verificação do cartão do Bolsa Família e planejamento familiar, entre outros serviços.
A unidade conta com quatro consultórios sendo dois comuns, um odontológico e outro do Programa Cegonha Iguaçuana, exclusivo para as mulheres, onde serão realizadas consultas ginecológicas e acompanhamento do pré-natal.
O atendimento começa nesta segunda-feira (22/08), das 8h às 17h, com consultas previamente agendadas. A Clinica fica na rua Humaitá, s/º, bairro Lagoinha.




segunda-feira, 18 de julho de 2016

OLIMPIADAS RIO 2016 EM PERIGO! Quadrilha pode ter trazido terroristas pa...




Estado Islâmico recebe apoio de grupo brasileiro a 18 dias dos Jogos

Nas mensagens, um dos membros diz que "se a polícia francesa não consegue deter ataques dentro do seu território, o treinamento dado à polícia brasileira não servirá em nada"

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© Lusa

A especialista norte-americana em monitoramento de atividades terroristas, Rita Katz, alertou que um grupo de extremistas brasileiros declarou lealdade ao Estado Islâmico (EI), organização terrorista responsável por ao menos 50 ataques e 12 mil mortes em 2016.
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Segundo informações do site Bahia Notícias, Katz informou, nesta segunda-feira (18), que foi criado um canal chamado "Ansar al-Khilafah Brazil" na rede social Telegram. Segundo ela, esta é a primeira vez que uma organização da América do Sul anuncia aliança com o EI e submissão ao líder do califado, Abu Bakr al-Baghdadi.
Nas mensagens, um dos membros diz que "se a polícia francesa não consegue deter ataques dentro do seu território, o treinamento dado à polícia brasileira não servirá em nada".
Segundo a agência Ansa, Katz informou que o grupo tem aproveitado o momento para espalhar a ideologia extremista antes do evento internacional.
De acordo com a publicação, a Agência Brasileira de Inteligência não se posicionou sobre a existência do grupo.