"O fim do Direito é a paz; o meio de atingi-lo, a luta. O Direito não é uma simples idéia, é força viva. Por isso a justiça sustenta, em uma das mãos, a balança, com que pesa o Direito, enquanto na outra segura a espada, por meio da qual se defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é a impotência do Direito. Uma completa a outra. O verdadeiro Estado de Direito só pode existir quando a justiça bradir a espada com a mesma habilidade com que manipula a balança."

-- Rudolf Von Ihering

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quarta-feira, 27 de março de 2013

Senadora Kátia Abreu é denunciada por trabalho escravo, crime ambiental e grilagem de terras


A senadora é conhecida por sua fervorosa atuação pela bancada ruralista no Congresso Nacional, tendo encabeçado o projeto do novo código florestal que prevê amplo desmatamento das florestas brasileiras
A senadora do PSD Kátia Abreu (ex-DEM), uma das principais representantes da bancada ruralista no Congresso Nacional, foi denunciada recentemente por trabalho escravo, crime ambiental e grilagem de terras.
Conforme denúncia do MST – ao qual a senadora se refere como  “milícia” e “movimento dos sem lei” em seus ataques ao movimento – Kátia Abreu possui uma quantidade enorme de hectares de terras e coloca seus bens em nomes de “laranjas”.
Os dados da senadora no Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) de Tocantins encobrem os favores que ela recebeu do governador do estado, José Wilson Siqueira Campos (PSDB-TO).  
O governador Siqueira Campos grilou vários hectares de terra no município de Campos Lindos, em 1999, e distribuiu as terras por preço simbólico entre amigos e parte da família de Kátia Abreu, tendo emitido um decreto que tornou de “utilidade pública” 105 mil hectares de terra.
Em suas terras, registradas no nome de familiares, Kátia Abreu também mantém trabalhadores em condições de escravo.
Não por acaso, Kátia Abreu é uma das principais representantes dos latifundiários e do agronegócio, tendo presidido várias associações rurais, sendo atualmente presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
A senadora foi uma das principais pessoas que comandou junto com Aldo Rabelo (PCdoB) e outros senadores a aprovação do novo Código Florestal que vai garantir anistia aos desmatadores e retirar as áreas de preservação permanente da proteção do governo.
Kátia Abreu teve propriedades embargadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) justamente por desmatamento de área de preservação permanente.
Outra atuação de destaque da senadora foi a tentativa de barrar a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Trabalho Escravo, que prevê a desapropriação de imóveis rurais que tenham trabalhadores escravos.
No ano passado, 56 trabalhadores escravos foram descobertos na Fazenda Água Amarela, em Araguatins (TO), registrada no nome do irmão de Abreu, André Luis de Castro Abreu.
Outra denúncia envolvendo a senadora é o envolvimento em casos de crime ambiental em Tocantins.
A fazenda da senadora ocupada por mulheres sem-terra no Dia Internacional da Mulher, como protesto contra os ruralistas já foi embargada em 2010 e seus proprietários registrados foram levados a julgamento por desmatamento de áreas de preservação permanente.
Ao migrar do DEM para o PSD, Kátia Abreu se tornou parte da base do governo e era um dos nomes mais bem cotados para assumir o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o que mostra a enorme capitulação do PT à direita, entregando postos estratégicos no governo a esses setores. Acontecimento que também foi visto durante a aprovação do código florestal.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

VICIADOS EM CRACK CONQUISTAM ISONOMIA COM SOLDOS DE POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES DO RJ.

Na entrada da Ilha do Governador, usuários de crak aglomeravam-se na tarde deste domingo




                                                                           Prefeitura quer criar bolsa de até R$ 900




 a quem 




cuidar de usuários de crack



Na entrada da Ilha do Governador, usuários de crak aglomeravam-se na tarde deste domingo Foto: Cezar Loureiro / Agência O Globo
Aline Custódio
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Parentes de crianças e adolescentes viciados em crack que aceitarem cuidar dos jovens quando eles tiverem alta da internação compulsória poderão ganhar uma bolsa auxílio da prefeitura. Segundo o vice-prefeito eleito, Adilson Pires (PT), o projeto está em estudo e prevê um benefício entre R$ 350 e R$ 900 — como noticiou ontem a coluna Informe do Dia, do jornal “O Dia” —, para que os familiares tenham condições de manter o tratamento.
Ainda segundo o vice-prefeito, grande parte dos 123 adolescentes atualmente internados nos abrigos do município perdeu o vínculo familiar e, quando receberem alta, não terão para onde ir.
— Estas crianças ficam até 90 dias abrigadas e em tratamento ambulatorial. A maioria não tem pai e mãe. Nossa ideia é buscar um familiar de sangue e sensibilizá-lo para que cuide do dependente em casa — explica Pires, que também assumirá a Secretaria municipal de Desenvolvimento Social.
O projeto seria nos moldes do programa Família Acolhedora, que paga o auxílio financeiro para adultos que se disponham a cuidar de menores de idade em situação de risco social.
— Se não fizermos nada agora, estas crianças voltarão para a rua e para as drogas. Por isso, precisamos que eles continuem o tratamento com o apoio de alguém próximo — afirma Adilson Pires.
Adilson Pires também ressaltou que, para ter direito ao benefício, a família deve estar em situação de pobreza extrema. A Prefeitura do Rio se comprometeria a auxiliar os dependentes químicos que necessitem de terapia, medicamento e retorno à escola.
— A verba seria para ajudar na compra de roupas, sapatos e medicamentos para o adolescente em recuperação da dependência química — rxplicou Adilson Pires.
O estudo ainda está em andamento e, conforme o vice-prefeito eleito, deverá ser concluído em até 15 dias.
— Meu objetivo é assumir a nova secretaria em janeiro já com propostas inovadoras. Uma delas é essa bolsa — garantiu o futuro vice-prefeito.
Acampamento
Na manhã de ontem, 24 horas após uma grande operação da Secretaria municipal de Assistência Social para acolher viciados na cracolândia que fica ao lado da Favela Parque União, na entrada da Ilha do Governador, cerca de 300 viciados se aglomeravam no local. Na Avenida Brigadeiro Trompowsky, na pista que faz retorno para o sentindo Zona Oeste da Avenida Brasil, os viciados reconstruíram, ontem, todo o acampamento que foi levado, anteontem, pelos garis da Comlurb. Colchões, sofás velhos, barracas e cadeiras de praia voltaram a fazer parte do cenário, tanto na avenida quanto na Praça do Caracol.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/prefeitura-quer-criar-bolsa-de-ate-900-quem-cuidar-de-usuarios-de-crack-6745167.html#ixzz2CPAdqqY4