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"O fim do Direito é a paz; o meio de atingi-lo, a luta. O Direito não é uma simples idéia, é força viva. Por isso a justiça sustenta, em uma das mãos, a balança, com que pesa o Direito, enquanto na outra segura a espada, por meio da qual se defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é a impotência do Direito. Uma completa a outra. O verdadeiro Estado de Direito só pode existir quando a justiça bradir a espada com a mesma habilidade com que manipula a balança."

-- Rudolf Von Ihering

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domingo, 29 de dezembro de 2013

Vídeo: assista à revanche que marcou a grave lesão de Anderson Silva no UFC.


video



Fratura de Anderson Silva causa comoção e choque no Twitter



Anderson Silva fraturou perna em luta com Chris Weidman Foto: Reuters
Anderson Silva fraturou perna em luta com Chris Weidman
Foto: Reuters

Anderson Silva viu sua chance de retomar o cinturão dos médios se transformar em uma horrível fratura. O brasileiro acertou chute no joelho de Chris Weidman em luta neste sábado, pelo UFC 168, em Las Vegas, e sentiu sua canela dobrar no momento do contato. O duelo foi imediatamente interrompido, e o título seguiu com o americano.


A gravidade da fratura fez com que personalidades e anônimos fossem ao Twitter relatar seu espanto e prestar apoio ao lutador, que foi levado a um hospital próximo ao MGM Grand. Campeão do peso mosca, Demetrious Johnson afirmou estar "muito chateado pela luta terminar desse jeito".
Não foram só atletas que se entristeceram pela lesão de Anderson Silva. O cantor Justin Timberlake também se comoveu com a situação do brasileiro. "Esse replay em slow motion... Estou sem palavras", escreveu o astro.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

SNOWDEN QUER ASILO NO BRASIL

17 Dezembro 2013
Edward Snowden continua na Rússia. (foto: Divulgação)
Edward Snowden continua na Rússia. / (foto: Divulgação)
O ex-consultor de empresa que prestava serviços à Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos, Edward Snowden, quer asilo político do governo brasileiro. Por meio de uma campanha na internet que permite a assinatura de petições, Snowden pretende obter o apoio da população brasileira para vir ao país. Esta deverá ser a segunda vez que o ex-consultor pede asilo ao governo brasileiro. Quando as primeiras denúncias sobre espionagem dos Estados Unidos vieram à tona, Snowden pediu asilo político a 21 países, entre os quais o Brasil.
Na época, o governo negou o pedido. A concessão de asilo político é uma possibilidade prevista pela Constituição e é uma prerrogativa do Executivo, por meio do Ministério da Justiça.
"Se Snowden estivesse no Brasil, seria possível que ele pudesse fazer muito mais para ajudar o mundo a entender como a NSA e aliados estão invadindo a privacidade de pessoas no mundo todo, e como podemos nos proteger”, informa o texto da campanha na internet.
Esta semana, o ex-consultor enviou uma carta à senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), uma das relatoras da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Espionagem, no Senado, em que se dispõe a colaborar com o governo brasileiro caso haja "possibilidades legais" para tal. Hoje (17), a CPI se reúne para discutir o tema e a possibilidade do asilo brasileiro a Snowden está na pauta. Em julho, o assunto chegou a ser debatido na Comissão de Relações Exteriores e Defesa do Senado. Por unanimidade, os parlamentares recomendaram a concessão de asilo ao ex-consultor.
Edward Snowden está atualmente na Rússia. O país lhe concedeu asilo temporário de um ano, prazo que expira em meados de 2014. As denúncias feitas por Snowden sobre as práticas de espionagem dos Estados Unidos causaram reações em vários países, entre os quais o Brasil. O tema chegou a ser discutido na ONU, para que sejam elaboradas normas internacionais com o objetivo de proteger dados na internet.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

PATRIMÔNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE

POR CARLOS NOBRE

Foto: A tradicional homenagem a Zumbi dos Palmares, hoje,  na Praça Onze, no Rio de Janeiro,  começou às seis horas da manhã, e se estendeu até o início da tarde, com  a apresentação de diversos grupos afro, na base do monumento.


Nossa proposta, era documentar os diversos eventos do Dia Nacional da Consciência Negra que iriam para acontecer no Rio de Janeiro, nas Zonas Sul, Centro e Norte, em 20 de novembro passado. 

Por volta das 11 horas, ontem, saímos dos eventos da base do Monumento de Zumbi dos Palmares, na Praça Onze, onde, ali, desde seis horas da manhã, assistimos a lavagem do monumento pelas mães-de-santo, apresentações de grupos artísticos, discursos de autoridades sobre ações afirmativas e outras milongas mais.

Estava bom, mas saímos dali, e pegamos a direção da Zona Sul, e Botafogo, pegamos o historiador Milton Mendonça Teixeira, um renomado expert em história da cidade do Rio de Janeiro.

- Onde a gente vai?- perguntou ele dentro do carro.

- Para o Valongo e Pedra do Sal, professor.

- Então, é comigo- respondeu ele preciso.

Chegamos ao Valongo.

Estranhamos.

Pensamos que íamos encontrar o local meio esvaziado, sem gente...deserto...as atividades negras geralmente não costumam a ser realizadas ali no Dia Nacional da Consciência Negra...essas coisas.

Qual o quê.

Havia gente ali...eram funcionários e negros selecionados pela empresa Porto Novo.

Esta empresa detém os maiores contratos de obras do Projeto Porto Maravilha da prefeitura do Rio de Janeiro, e vem se entrosando com as comunidades da Pequena África, ou seja, praticando a tal da “responsabilidade social”.

Qual era o projeto que a Porto Novo estava envolvida naquele momento?

A transformação do porto escravista do Valongo, na Saúde, como Patrimônio Mundial da Humanidade com a apoio do Comitê Científico do Projeto Rota dos Escravos da Unesco.

Mas era uma coisa muito grande...e porque não havia militantes de entidades negras presentes no ato?

Parece que nenhum grupo afro das redondezas foi chamado para isso.

Mas, ali, nós, vimos, as coisas acontecerem na nossa frente, no porto escravista do Valongo...vimos os funcionários da Porto Novo cobrir as placas sobre o evento com dois panos azuis.

Em seguida, a gente vê um grupo de negros/brancos, entrando dentro no que restou do porto.

Vimos um negão que nos chamou atenção.

Era ALI MOUSSA-IYE, chefe do Projeto Rota dos Escravos da Unesco.

Esse cara já tinha vindo ao Brasil algumas vezes, mas ali, no porto do Valongo, que acolheu cerca de 1 milhão de escravos, segundo o historiador Carlos Eugênio Líbano Soares, em sua trajetória, ele parecia muito feliz...olhava para as pedras que restaram do cais...

De repente, a cerimônia se realizou, a placa foi descoberta e houve palmas e discursos em louvor ao local se transformar em Patrimônio Mundial da Humanidade.

No entanto, espremidos, num canto, percebi a presença de amigos negros, no cerimonial de transformação do Valongo como Patrimônio Mundial da Humanidade.

Eram Damião Braga, líder dos quilombos urbanos da Pedra do Sal; Dulce Vasconcelos, presidente do Comdedine ( Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro), e Marcelo Dias, Superintendente da Supir ( Superintendência Estadual de Promoção da Igualdade Racial).

Fizemos entrevista com eles.

Disseram, então, que não sabiam deste evento onde a Unesco fixou a uma placa colocando o Valongo como candidato potencial de Patrimônio Mundial da Humanidade.

Segundo consta, era o primeiro país do mundo onde a Rota dos Escravos da Unesco fixava uma placa reconhecendo o Valongo como roteiro genuíno da história africana da Diáspora.

Damião confessou que ficou sabendo por fora, e resolveu comparecer ao evento.

Sem mesmo ter sido convidado pela organização do encontro.

O mesmo disseram Dulce Vasconcelos, presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos Negros (Comdedine), e Marcelo Dias, (Superintendente de Políticas Estaduais de Promoção da Igualdade Racial)

Ou seja, eles, embora fora oficialmente do evento, não deixaram de marcar presença numa festa afro, embora a intenção não fosse convidar a militância negra tradicional.

Depois, do almoço, resolvemos acompanhar a reinauguração, no Centro Cultural José Bonifácio, na Rua Pedro Ernesto, ou Rua do Cemitério dos Escravos, como chamavam os antigos, na Saúde, ali, próximo do Valongo.

Naquele local, brilhava um prédio de três andares, estilo neoclássico, belo, com diversas salas para eventos, houve a apresentação de uma congada de Minas Gerais. Logo, ingressamos, outra vez, no campo político, com a inauguração da placa relativa a reforma do belo prédio.

Neste caso, encontramos, ali, o prefeito Eduardo Paes, o secretario municipal de Cultura Sergio Sá Leitão, o secretario estadual de Assistência Social e Direitos Humanos Zaqueu Teixeira, o presidente da Companhia do Porto Maravilha Alberto Silva, a ministra da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial Luiza Bairros, e novamente Dulce Vasconcelos e Damião Braga.

Detalhe: falou todo o mundo, mas o apresentador da festa, por sinal, negro, não chamou Dulce e Damião para falar ao microfone apesar de ser um evento afro...falou todo o mundo, menos eles.

Ah, também, estava no local, a maior autoridade dentre eles, o Chefe do Projeto Rota dos Escravos, Ali Moussa-Ile, que também não foi chamado para falar...

Dulce, então, pediu o microfone, e ali mesmo, sem que tivesse sido convidada, se dirigiu ao prefeito, pedindo que fossem abertas negociações entre o Comdedine e o município, pois, a instituição queria participar das políticas publicas municipais em relação ao negro.

Houve pequenos aplausos e Paes, malando, abraçou Dulce, talvez até querendo sufocar uma certa rebeldia negra que ameaçava se instalar ali.


https://www.facebook.com/carlosnobre.nobre

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Arquivo mostra elo entre comércio de escravos e riqueza de ingleses

Pesquisa disponibiliza documentos inéditos com valores e nomes de donos de escravos que foram beneficiados com indenizações públicas após a abolição
Por Maurício Hashizume 

Além do retorno financeiro obtido pelo próprio negócio da escravidão transatlântica (que funcionava de modo bastante similar ao de uma bolsa de valores dos dias de hoje), “investidores” privados da venda de pessoas ainda foram recompensados com grandiosas indenizações do governo inglês quando da abolição legal.
Dados tornados públicos a partir desta quarta-feira (27/02) em um arquivo na internetdisponível para consulta revelam que quantias equivalentes a bilhões de libras esterlinas foram transferidas dos cofres públicos para “empreendedores” escravagistas, ou seja, muitas das fortunas de hoje estão diretamente ligadas à abolição da escravidão.
Base de dados está disponível para consulta no endereço http://www.ucl.ac.uk/lbs/ (Foto: Reprodução)
Base de dados está disponível para consulta no endereçohttp://www.ucl.ac.uk/lbs/ (Foto: Reprodução)
Pelos cálculos dos responsáveis pela pesquisa – centralizada na University College, de Londres –, nada menos que um quinto da riqueza dos britânicos da Era Vitoriana guardava relação com a escravidão. Entre os beneficiados, encontram-se, por exemplo, parentes do atual primeiro-ministro inglês, David Cameron, do Partido Conservador, assim como familiares do escritor George Orwell.
“Ao focalizar os proprietários de escravos, o nosso objetivo não é ‘nomear para envergonhar’ ['naming and shaming', na expressão em inglês]. Buscamos desfazer o esquecimento: a ‘re-relembrar’, como diz Toni Morrison, reconhecer as formas pelas quais os frutos da escravidão fazem parte da nossa história coletiva – incorporado em nosso país, nas casas de nossas cidades, nas instituições filantrópicas, nas coleções de arte , nos bancos comerciais e nas pessoas jurídicas, nas estradas de ferro, e nas formas que continuamos a pensar sobre raça”, explica Catherine Hall, pesquisadora-chefe da iniciativa, em artigo publicado no diário inglês The Guardian. “Proprietários de escravos se envolveram ativamente na reconfiguração decorrida após a escravidão, popularizando novas legitimações para a desigualdade que permanecem até hoje como parte do legado do passado colonial da Grã-Bretanha”, emenda.
O arquivo reúne 46 mil pedidos de “indenização” encaminhados por ex-donos de escravos ao governo britânico. São registros detalhados que, conforme descreve Catherine, “foram mantidos longe de todos aqueles que reivindicavam compensações” e que nunca tinham sido sistematicamente estudados antes. De acordo com ela, os documentos consistem em uma “nova luz” para se entender “como o negócio da escravidão contribuiu de forma significativa para a Grã-Bretanha tornar-se a primeira nação industrial”. O esforço de pesquisa vai de encontro, segundo a historiadora, ao desejo de homens e mulheres que almejavam que suas identidades como proprietários de escravos fossem esquecidas.
A exposição das entranhas políticas, econômicas e culturais da escravidão antiga se dá no mesmo contexto em que se fortalece um movimento nos países do Caribe (com Barbados à frente) que reivindica, junto aos governos das nações colonizadoras, formas de compensação pelos profundos danos causados pela exploração do comércio transatlântico de vidas humanas ao conjunto de ex-colonizados. Para a responsável pela pesquisa, o trabalho, que dá contornos mais palpáveis à dívida da “moderna” Grã-Bretanha com a escravidão “antiga”, tem o objetivo de contribuir “para uma compreensão mais rica e mais honesta das histórias conectadas do império”.
Marcação a ferro, prática recorrente nas antigas formas de escravidão (Foto: Reprodução)
Marcação a ferro, prática recorrente nas antigas formas de escravidão (Foto: Reprodução)

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O PREFEITO DE NOVA IGUAÇU E O GOVERNADOR DO ESTADO PROMETEU A INSTALAÇÃO DE UM BATALHÃO DA PM, MAS FICOU SÓ NA PROMESSA, DE FATO SÃO TRAFICANTES QUE ASSUMIRAM O LOCAL RESERVADO AO QUARTEL.



http://www.revistavipbrasil.com/2013/09/quadrilha-impoe-toque-de-recolher-as.html#.UkdaJm_WX74.facebook


Quadrilha impõe toque de recolher às 21h em bairros perto da antiga Estrada de Madureira

Written By Prentice vip on sábado, 28 de setembro de 2013 | sábado, setembro 28, 2013


Bandidos armados de fuzil e circulando de motocicletas estão intimidando moradores de bairros que ficam às margens da Avenida Abílio Augusto Távora (antiga Estrada de Madureira), em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Há alguns meses, conforme a Vip Brasil  mostrou, eles proibiam até a entrada de entregadores de pizza, mas, agora, a nova ordem deles é obrigar pedestres a não falar ao celular próximo de pontos de bocas de fumo. O toque                                        
             Barricada foi colocada na Rua Virginio Tinoco, no Jardim Nova Era

Barricadas de concreto, trilhos de trem e troncos de árvores foram colocados em ruas dos bairros Jardim Nova Era, Jardim Pernambuco, Grão Pará, Danon, Jardim Paraíso, Parque das Palmeiras e Dom Bosco. Na Nova Era, moradores se sentem acuados com um grupo de traficantes que se intitula ‘Bonde dos Cria’. Segundo eles, a quadrilha é composta por criminosos nascidos e criados na região. 

“Se der uma volta pelas ruas do bairro, é possível ver boa parte delas com barricadas de concreto. Os traficantes fecham as vias e, como algumas são escuras, quem não conhece o local pode bater com o carro. Esse grupo ‘toca’ o terror”, disse morador, que pediu anonimato. 

Taxistas evitam transportar passageiros para a área. Eles explicam que entrar nessas localidades com o vidro fechado e com o farol alto é muito perigoso, já que os bandidos querem ter o controle de quem entra e sai da comunidade. “Moradores ficam revoltados quando negamos viagem para esses bairros, mas não podemos arriscar”, conta o taxista Leo Aguiar. 

O comandante do 20º BPM (Nova Iguaçu), tenente-coronel Almyr Cabral, vai mandar retirar as barricadas. “É preciso um planejamento cuidadoso para não pôr em risco os moradores”, informou o oficial.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

BAIRRO LAGOINHA NOVA IGUAÇU; SAÚDE E EDUCAÇÃO: A CARGO DA VIZINHA CIDADE DE SEROPÉDICA



"uma nova escola cuja está sendo construída na principal via do bairro seria uma ótima opção de instalação de um posto de saúde"


Este é o único socorro disponível ou acessível  aos moradores do bairro Lagoinha 
Nova Iguaçu RJ:



Sobrecarga na Educação e na Saúde em Seropédica



Escolas e postos médicos do município recebem moradores de bairros de Nova Iguaçu situados no limite das cidades

RAPHAEL BITTENCOURT

Rio - Cidade vizinha de Nova Iguaçu, Seropédica está sendo ‘invadida’ por iguaçuanos. A constatação é feita pelos secretários municipais de Saúde e de Educação. Eles revelam que milhares de moradores de bairros de Nova Iguaçu que fazem limite com Seropédica buscam atendimento médico e matrícula escolar na cidade.
Um quilômetro separa o Posto de Saúde Silvio José Cristino, na Estrada Rio-São Paulo, bairro Campo Lindo, em Seropédica, do Km 39, que pertence a Nova Iguaçu. É deste e de outros bairros da cidade vizinha que vêm mais de 3 mil dos quase 12 mil pacientes atendidos mensalmente na unidade.
“Os dados oficiais mostram que 30% dos pacientes são de Nova Iguaçu. Mas creio que este número ultrapasse os 50%”, diz o secretário de Saúde de Seropédica, Marcus Baroni.
Segundo ele, muitos pacientes apresentam comprovante de residência de Seropédica, obtidos com amigos e parentes, para poderem realizar consultas com especialistas e exames de média e alta complexidade.
Diva Beatriz Alves mora no bairro Prados Verdes, em Nova Iguaçu, mas vai ao posto da cidade vizinha
Foto:  Paulo Alvadia / Agência O Dia
Grávida de oito meses, a operadora de caixa de supermercado Diva Beatriz Alves de Souza, 20 anos, é moradora de Prados Verdes, em Nova Iguaçu, mas vai ao posto da cidade vizinha em busca de atendimento. Segundo ela, a única unidade que havia em seu bairro foi fechada em 2010 pela então prefeita Sheila Gama e reaberta este ano pelo prefeito Nelson Bornier. No entanto, ela garante que não consegue atendimento.
“Abriu, mas não tem médico. Dependemos deste posto. O atendimento é demorado, pois há muitos pacientes para poucos médicos”, lamenta.
Baroni lamenta a situação e pede para que os gestores de Nova Iguaçu tomem providências. “Temos uma unidade para atender a um quantitativo populacional que aumenta, em função de um outro município não estar prestando o serviço adequadamente”, critica o secretário.
Alunos questionam qualidade no ensino em Nova Iguaçu
Na Educação, o problema se repete. Seis escolas municipais de Seropédica recebem 1.639 alunos de Nova Iguaçu. A mais prejudicada é a Panaro Figueira. “Dos 2.100 alunos, mil são iguaçuanos”, revela a secretária de Educação de Seropédica Lúcia Baroni.
Segundo as amigas Tayná Lohane e Daniele Sanches, ambas com 14 anos, o problema não está apenas na falta de vagas nas escolas municipais de Nova Iguaçu, mas também na qualidade do ensino. Elas escolheram estudar em Seropédica. “Não me matriculei lá porque dizem que os professores faltam com frequência. Isso não acontece aqui. A qualidade do ensino é boa”, elogiou Daniele, moradora do Km 37.
Tayná e Daniele (direita) moram em Nova Iguaçu e estudam em Seropédica
Foto:  Paulo Alvadia / Agência O Dia
Lúcia Baroni diz que 30% do orçamento destinado à Educação é gasto com os alunos de Nova Iguaçu, o que prejudica os investimentos em projetos educacionais.
“A verba poderia ser usada para melhorias na Educação. Mas todos os anos nós precisamos fazer obras de ampliação na Panaro Figueira. A escola já ganhou um terceiro andar e um anexo”, conta a secretária.
Secretários apontam soluções
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Nova Iguaçu informou que o Posto de Saúde Santa Clara do Guandu, que abrange o bairro Prados Verdes, onde mora Diva Beatriz, conta com três equipes diariamente. Cada uma tem um médico, um enfermeiro, um técnico em enfermagem e cinco agentes comunitários de saúde. O secretário Luiz Antônio Teixeira Junior, o Luzinho, informou que vai apurar as denúncias de falta de médicos no posto.
A Secretaria também informou que ainda este ano vai ampliar os postos de saúde da família nos bairros de Nova Iguaçu e que considera de extrema importância a reestruturação das unidades básicas.
Maria Aparecida Rosestolato, secretária de Educação de Nova Iguaçu, afirmou que as primeiras providências já foram tomadas, com a criação de três escolas nos bairros próximos a Seropédica que já atendem a 2.184 alunos. Ela também revela que a Prefeitura retomou as obras de uma nova escola que está sendo construída em Lagoinha e que, segundo ela, foram interrompidas durante a gestão anterior.
Em Cabuçu, outra obra parada deve ser retomada após o processo licitatório que deve ser concluído em 30 dias. Segundo a secretária, cada uma dessas duas novas escolas deve comportar dez salas e 1.600 estudantes. “Tenho esperança de que no início de 2014 estejamos entregando as escolas às comunidades”, diz Maria Aparecida.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

o lapa azul documentario



Brasil – 2007 – Colorido
Duração: 60 min.
Direção: Durval Jr.
Equipe de Produção: Mauro Pianta; Adriana Rezende; Juliane Nazareth; Alessandro Ribeiro; Fernando Barreto;
Sinopse: A memória da Força Expedicionária Brasileira – FEB, na Segunda Guerra Mundial, é praticamente desconhecida por nossos jovens e até mesmo pelos mais velhos. Afirmar que há 63 anos, soldados brasileiros combateram na Europa contra o nazi-fascismo, na maior guerra da história da humanidade, gera estranheza às novas gerações.
Observando os livros escolares sobre a História do Brasil é fácil compreender esse desconhecimento. Na grande maioria desses livros a participação da FEB resume-se a uma linha. Em outros casos ela é ignorada, como se jamais houvesse sangue brasileiro derramado nas montanhas geladas da Itália.
Quando pensamos em bibliografia militar especializada, esta prioriza os aspectos táticos, estratégicos e as implicações políticas da guerra, em particular, a ação dos líderes militares e civis, não dando nenhuma atenção ao soldado que deveras foi a peça chave do êxito da FEB.
O documentário O Lapa Azul visa preencher este hiato histórico, dando cores ao conflito sob a ótica daquele que carregou o mais pesado fardo na Segunda Guerra Mundial – e o faz em todas as guerras – o soldado de infantaria.
A obra nos proporciona a reviver a memória dos integrantes do III Batalhão do 11º Regimento de Infantaria, conhecido como o “Lapa Azul”, constituído, em sua maioria, por jovens vindos das classes humildes do interior  mineiro.
Os integrantes do “Lapa Azul” romperam diversas barreiras consideradas insuperáveis para um exército sul-americano. Transpuseram obstáculos que iam desde os de ordem estrutural até o ceticismo dos seus compatriotas. Por fim, aprenderam a guerrear. Intimidaram e venceram as experientes forças nazi-fascistas em meio à lama e à neve, nas montanhas dos Apeninos italianos.
Os campos de batalha onde o “Lapa Azul” eternizou o seu nome na História foi todo recriado através de avançadas técnicas de modelagem do terreno com imagens de satélite cedidas pela NASA.
A reprodução desses cenários, juntamente com a exibição de filmes, vídeos e fotografias raras, vindas de bibliotecas e acervos pessoais no Brasil, na  Itália e nos EUA, reforçam a base das aventuras, dos dramas e dos conflitos pessoais dos veteranos entrevistados.
O documentário foi inspirado na luta e na coragem dos nossos “pracinhas”, destacando aquele que foi o momento mais importante do Brasil, no cenário internacional, durante o século XX.
Muito mais que um exercício de memória, O “Lapa Azul” dá cores ao verdadeiro espírito do brasileiro: humilde, generoso e pacífico por natureza, mas com uma capacidade incrível de se transformar em guerreiro quando necessário.
Um Documentário de Durval Jr.
WebSite Oficial: www.lapaazul.com

quarta-feira, 29 de maio de 2013

SOBRAL, o homem que não tinha preço - TRAILER OFICIAL



No Brasil, não raro, surge falsos profetas, surge falsos heróis; mas raramente valoram verdadeiros HERÓIS NACIONAIS; em breve: SOBRAL, o homem que não tinha preço - TRAILER OFICIAL

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Uma noite em 67 Completo

Miniatura


Filme: Uma Noite em 67 - Reel Brazil Film Festival, Nova Zelândia




Era 21 de outubro de 1967. No Teatro Paramount, centro de São Paulo, acontecia a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Diante de uma plateia fervorosa - disposta a aplaudir ou vaiar com igual intensidade -, alguns dos artistas hoje considerados de importância fundamental para a MPB se revezavam no palco para competir entre si. As canções se tornariam emblemáticas, mas até aquele momento permaneciam inéditas. Entre os 12 finalistas, Chico Buarque e o MPB 4 vinham com "Roda Viva"; Caetano Veloso, com "Alegria, Alegria"'; Gilberto Gil e os Mutantes, com "Domingo no Parque"; Edu Lobo, com "Ponteio"; Roberto Carlos, com o samba "Maria, Carnaval e Cinzas"; e Sérgio Ricardo, com "Beto Bom de Bola". A briga tinha tudo para ser boa. E foi. Entrou para a história dos festivais, da música popular e da cultura do País. 





"É naquele momento que o Tropicalismo explode, a MPB racha, Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, e se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época", resume o produtor musical, escritor e compositor Nelson Motta. O Festival de 1967 teve o seu ápice naquela noite. Uma noite que se notabilizou não só pelas revoluções artísticas, mas também por alguns dramas bem peculiares, em um período de grandes tensões e expectativas. Foi naquele dia, por exemplo, que Sérgio Ricardo selou seu destino artístico ao quebrar o violão e atirá-lo à plateia depois de ser duramente vaiado pela canção "Beto Bom de Bola". 

O documentário Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, mostra os elementos que transformaram aquela final de festival no clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. Para tanto, o filme resgata imagens históricas e traz depoimentos inéditos dos principais personagens: Chico, Caetano, Roberto, Gil, Edu e Sérgio Ricardo. Além deles, algumas testemunhas privilegiadas da festa/batalha, como o jornalista Sérgio Cabral (um dos jurados) e o produtor Solano Ribeiro, partilham suas memórias de uma noite inesquecível.

http://www.youtube.com/watch?v=FOsXaaW4Pkk


MPB: A história que o Brasil não conhece





  • SERÁ COINCIDÊNCIA  OS ATAQUES AO CANTORES 

BRASILEIROS?



  • SE ERA ROCK, ENTÃO PORQUE CONVIDA-LOS?














Baseado em um livro polêmico, a partir dos anos 40, a música brasileira começou a impressionar o mundo pelo seu potencial. Os sucessos de Ari Barroso, Carmem Miranda e Tom Jobim deixaram as corporações artísticas espantadas e com medo do Brasil dominar o mundo. A partir daí, foi criada uma corporação secreta com um único objetivo: destruir a música brasileira.



Diretor: André Moraes

Roteiro: André Moraes, Luciano Santanna
Produção: André Moraes
Argumento: André Moraes e Rafael Greyck




AINDA CONTINUAM SEGUINDO A MUSICA; MAS QUAL?




MPB 2013