"O fim do Direito é a paz; o meio de atingi-lo, a luta. O Direito não é uma simples idéia, é força viva. Por isso a justiça sustenta, em uma das mãos, a balança, com que pesa o Direito, enquanto na outra segura a espada, por meio da qual se defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é a impotência do Direito. Uma completa a outra. O verdadeiro Estado de Direito só pode existir quando a justiça bradir a espada com a mesma habilidade com que manipula a balança."

-- Rudolf Von Ihering

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sábado, 11 de agosto de 2012

ELAINE QUEIROZ (ESPOSA DE UM PM PRESO SEM PROVAS, COM POSTAGENS EM SEU BLOGGER APRESENTANDO DOCUMENTOS DOS AUTOS), PEDE A ABSOLVIÇÃO DOS INOCENTES E QUE SE RESPONSABILIZEM OS CULPADOS - AFINAL ESTE SERIA O OBJETIVO DA JUSTIÇA!

"Quando o acusador é também o juiz, triunfa a força, não o direito." 
(Publílio Siro)


"Não é fácil forjar uma acusação contra um inocente." (Publílio Siro)

"Poderia haver jamais alguém culpado, se bastasse negar a acusação? Poderia haver alguém inocente, se bastasse acusar?" (Amiano Marcelino)


Grinover (2000, p. 21) esclarece que:

“Nas fases primitivas da civilização dos povos, inexistia um Estado suficientemente forte para superar os ímpetos individualistas dos homens e impor o direito acima da vontade dos particulares; por isso, não só inexistia um órgão estatal que, com soberania e autoridade, garantisse o cumprimento do direito, como ainda não havia sequer as leis (normas gerais e abstratas impostas pelo Estado aos particulares). Assim, quem pretendesse alguma coisa que outrem o impedisse de obter haveria de, com sua própria força e na medida dela, tratar de conseguir, por si mesmo, a satisfação de sua pretensão.”

ENTRE AS PARTES

Teodoro Júnior (2003, p. 5) realça que:

“A terceira é a jurisdição, que incumbe ao Poder Judiciário, e que vem ser a missão pacificadora do Estado, exercida diante das situações litigiosas. Através dela, o Estado dá solução às lides ou litígios, que são os conflitos de interesse, caracterizados por pretensões resistidas, tendo como objetivo imediato a aplicação da lei ao caso concreto, e como missão mediata restabelecer a paz entre os particulares e, com isso, manter a da sociedade”.


Niilismo:

Niilismo, s. m. (filos.) aniquilamento, redução a nada. / Ausência de toda a crença. / Nome dado por alguns críticos ao idealismo absoluto. / Doutrina política segundo a qual as condições apresentadas pela organização social são tão más que justificam a sua destruição, independentemente de qualquer programa construtivo. / Nome que por vezes se dá ao terrorismo ou à propaganda revolucionária. / F. lat. Nihil (nada).
AULETE, Caldas. Dicionário Contemporâneo da Língua Brasileira. Vol. IV. Rio de Janeiro: Delta, 1978.



"Provas Niilislistica contra um ou outro?"



O PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, ESTÁ, VEZ OU OUTRA, POR INFLUÊNCIA DO "SOFISMO PROBATÓRIO"?



...O maior dos pesos – E se um dia, ou uma noite, um demônio lhe aparecesse furtivamente em sua mais desolada solidão e dissesse: „Esta vida, como você a está vivendo e já viveu, você terá de viver mais uma vez e por incontáveis vezes; e nada haverá de novo nela, mas cada dor e cada prazer e cada suspiro e pensamento, e tudo o que é inefavelmente grande e pequeno em sua vida, terão de lhe suceder novamente, tudo na mesma seqüência e ordem – e assim também essa aranha e esse luar entre as árvores, e também esse  instante e eu mesmo. A perene ampulheta do existir será sempre virada novamente – e você com ela, partícula de poeira!‟ – Você não se prostraria e rangeria os dentes e amaldiçoaria o demônio que assim falou? Ou você já experimentou um instante imenso, no qual lhe responderia: „Você é um deus e jamais ouvi coisa tão divina!‟. Se esse pensamento tomasse conta de você, tal como você é, ele o transformaria e o esmagaria talvez; a questão em tudo e em cada coisa, „Você quer isso mais uma vez e por incontáveis vezes?‟, pesaria sobre os seus atos como o maior dos pesos! Ou o quanto você teria de estar bem consigo mesmo e com a vida, para não desejar nada além dessa última, eterna confirmação e chancela...


...“Desconfio de todos os sistematizadores e os evito. A vontade de sistema é uma falta de retidão”... Friedrich Nietzsche... (NIETZSCHE, Friedrich. O Crepúsculo dos Ídolos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 13.)


"O fim do Direito é a paz; o meio de atingi-lo, a luta. O Direito não é uma simples idéia, é força viva. Por isso a justiça sustenta, em uma das mãos, a balança, com que pesa o Direito, enquanto na outra segura a espada, por meio da qual se defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é a impotência do Direito. Uma completa a outra. O verdadeiro Estado de Direito só pode existir quando a justiça bradir a espada com a mesma habilidade com que manipula a balança."
Rudolf Von Ihering


EXISTE VERDADE ABSOLUTA?


Parentes de PMs acusados pela morte de juíza no Rio fazem manifestação

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Familiares e amigos de policiais suspeitos de participação na morte da juíza Patrícia Acioli voltaram a protestar. No posto 6, na praia de Copacabana, eles voltaram a afirmam que os PMs estão presos injustamente e sem provas.



Morte de juíza em Niterói (RJ) completa
um ano sem julgamento dos suspeitos

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Obrigado!
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Há um ano, a juíza Patrícia Acioli foi assassinada com 21 tiros em Niterói, na região metropolitana do Rio. A família aguarda pelo julgamento dos 11 policiais suspeitos de envolvimento no crime.





O presidente dos Estados Unidos, Thomas Jefferson, dizia que "a aplicação das leis é mais importante do que a sua elaboração".


...Há pessoas que estão nas prisões pagando por crimes que nunca cometeram. São os chamados erros judiciários. Muitas vezes os indícios apontam para determinada pessoa, quando na verdade esse cidadão, essa cidadã, não cometeu crime algum. A maledicência humana aliada a fatores e interesses políticos e a inveja, têm feito com que muitos inocentes, sejam presos, julgados e condenados injustamente. São centenas, milhares de pessoas vítimas desses erros....
...“A sociedade sofreria mais com um inocente preso e condenado do que com um culpado solto”. Sou adepto do “IN DUBIO, PRO REO”. (NA DÚVIDA, FAVORECE-SE O RÉU).  “Ainda quando o crime seja de todos o mais nefando, resta verificar a prova; e ainda quando a prova indicial seja decisiva, falta, não só apurá-la no cadinho dos debates judiciais, como também vigiar pela regularidade estrita no processo nas suas mínimas formas. Cada uma delas constituem uma garantia menor ou maior, da liquidação da verdade, cujo interesse em todas se devem acatar com rigorosidade e atenção. A este respeito, não sei da existência de divergências, dignas de tal nome, na nossa ética profissional.”(RUI BARBOSA), em “O DEVER DO ADVOGADO, página 11”...
Tive a honra de defender um HABEAS-CORPUS perante o Colendo Supremo Tribunal Federal, cujo relator foi o Ministro Octávio Galott, em favor de um militar alagoano, acusado de crimes que não cometera, tendo conseguido sair vitorioso, à unanimidade de votos. Deixo de citar o nome do paciente por uma questão de ética, entretanto, guardo comigo este ACÓRDÃO como uma relíquia, como um Troféu! O juiz, o julgador, não pode e não deve ser açodado e precipitado. Deve ser cauteloso, paciente e às mais das vezes indulgente, pois a indulgência faz parte da Justiça. “A lei tém em si um muito de arbítrio; é obra humana: tal como a arte e a ciência, é imperfeita.”...
...CLÓVIS BEVILACQUA. “O MAU JUIZ É O PIOR DOS HOMENS”...
...JOSÉ AMÉRICO. Portanto, devemos ter cautela quando julgarmos os nossos semelhantes. Disse Shopenhouse:“UM HOMEM JULGAR OUTRO, EU RIRIA, SE ISSO PORÉM, ANTES NÃO ME CAUSASSE PIEDADE.” 
...Disse JESUS: “NÃO JULGUEIS PARA NÃO SERDES JULGADOS, POIS, COM A MESMA MEDIDA E INTENSIDADE QUE MEDIRDES AOS OUTROS, MEDIRÃO A VÓS.” JESUS defendeu a adúltera da morte por apedrejamento, todavia, acabou sendo preso, julgado e condenado  à morte, acusado de sedição e de subversão contra o Estado Romano. Sendo julgado, condenado e morto sem defesa alguma. Foi o julgamento mais célere e mais injusto da história da humanidade. Condenaram e mataram um inocente! O povo preferiu que soltassem um ladrão e condenassem JESUS a mais terrível de todas as penas: “À morte por crucificação na cruz do calvário....
...”A nossa Constituição Federal determina que: “Ninguém, poderá ser julgado sem defesa, nem permanecer preso por mais tempo do que determina a LEI.” “O advogado, tão necessário como a justiça e como ela tão antigo, colocado entre o homem e a lei, deve ser o combatente armado, a palavra em luta, onde quer que o chame o direito ameaçado. Nunca esquecendo de que, se há uma profissão que faça da honra uma especial profissão, é a sua profissão de advogado!” (BASÍLIO MACHADO).        “ABRE AS ASAS SOBRE NÓS, Ó SENHORA LIBERDADE!”...
FACEBOOK DA ELAINE QUEIROZ (ESPOSA DE PM, CIDADÃ E GUERREIRA; PARA PROVAR INOCÊNCIA DO MARIDO). CLICK<=







COMO ESTABELECER A VERDADE?



"Uma mentira repetida mil vezes 

torna-se verdade"

citado em "The Sack of Rome" - Page 14 - por Alexander Stille e também citado em "A World Without Walls: Freedom, Development, Free Trade and Global Governance" - Page 63 por Mike Moore - 2003
http://pt.wikiquote.org/wiki/Joseph_Goebbels

"Nietzche disse que “existe inocência na mentira quando há sinal de boa fé numa causa”, ou seja, ele (como Platão) defende a mentira social como uma coisa não ruim. Mas, mesmo Nietzche, que entendeu estar na motivação da mentira sua possível virtude, posteriormente afirmou: “fiquei magoado, não por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar-te.” Ou seja, a mentira descoberta corrói até seus defensores. Ninguém quer ser vítima de mentiras, apesar de regulares algozes."
"A moral não tem importância e os valores morais não têm qualquer validade, só são úteis ou inúteis consoante a situação"; "A verdade não tem importância; verdades indubitáveis, objectivas e eternas não são reconhecíveis. A verdade é sempre subjectiva"; ..."
Über Wahrheit und Lüge im außermoralischen Sinn, 1873 - publicado postumamente; edição brasileira, 2008). 
(… ) Pois quando a verdade sair em luta contra a mentira de milênios, teremos comoções, um espasmo de terremoto, um deslocamento de montes e vales como jamais foi sonhado. A noção de política estará então completamente dissolvida em uma guerra de espíritos, todas as formações de poder da velha sociedade terão explodido pelos ares — todas se baseiam inteiramente na mentira: haverá guerras como ainda não houve sobre a Terra." 
Nietzsche contra Wagner (Nietzsche contra Wagner, Aktenstücke eines Psychologen, dezembro 1888).



ONG Rio de Paz faz protesto para marcar

um ano da morte da juíza Patrícia Acioli




terça-feira, 31 de julho de 2012

JUSTIÇA, LEIS E PODER JUDICIÁRIO A SERVIÇO DE QUEM ESTÁ NO PODER...


O caso Naves








Araguari, interior de Minas Gerais, ano de 1937. Com a instauração do regime ditatorial de Getúlio Vargas, vive-se um grande caos no país, principalmente nas áreas da economia e dos direitos humanos.

Na economia, os setores agrícolas eram os que mais sofriam com a constante queda dos preços. Em meio a esse turbilhão econômico e social reinante no chamado Estado Novo, está o comerciante de cereais Benedito Pereira Caetano (1905 - 1967), um rapaz trapalhão e extremamente ambicioso, e sócio com seus primos, os irmãos Sebastião José Naves (1902 - 1964) e Joaquim Rosa Naves (1907 - 1948), com quem havia comprado um caminhão em sociedade, sendo ambos também comerciantes de cereais.

Benedito comprara com a ajuda de seu pai uma enorme quantia de arroz para vender durante uma possível alta nos preços. Mas com os preços em queda constante Benedito viu-se obrigado a vender sua safra em expressiva perda, contraindo ainda mais dívidas e assim sobrando-lhe somente uma última - mas vultosa - importância em dinheiro: cerca de 90 contos de réis (aproximadamente 270 mil reais nos padrões de hoje) resultantes da venda de sua última leva de arroz. A quantia embora expressiva não cobria todas as suas dívidas que à época totalizavam cerca de 136 contos de réis. Ele toma uma decisão inusitada: na madrugada de 29 para 30 de novembro do mesmo ano ele decide sair às pressas da cidade, sem comunicar nada a ninguém, levando consigo seus últimos 90 contos. Sabendo do fato, os irmãos Naves decidem comunicar o fato à polícia, que imediatamente inicia as investigações.


Poucos dias depois, o delegado responsável pelo caso, o civil, acaba sendo substituído pelo tenente militar Francisco Vieira dos Santos, o "Chico Vieira" (1897 - 1948), vindo deBelo Horizonte. Este, temido como um homem truculento e adepto de torturas, seria o maior vilão e causador do grande erro judiciário desta história.





A sina da família Naves




Passados alguns dias de sua nomeação como delegado interino de Araguari, "Chico Vieira" não demora muito a formular uma hipótese de que os Naves poderiam ter assassinado Benedito a fim de ficar com seus 90 contos a fim de saldar possíveis dívidas de comércio. O tenente manda prender os irmãos Sebastião e Joaquim para interrogá-los sobre algum possível motivo para o qual Benedito tivesse de sumir do mapa. A partir de então começa o calvário dos Naves.

Durante meses inteiros, "Chico Vieira" e seus comandados submetem os irmãos Naves a torturas medievais diversas para que confessassem onde e por que razão eles teriam matado Benedito e escondido seu dinheiro para resgatá-lo depois. Além das torturas diárias eles eram alojados em celas subterrâneas imundas e em péssimo estado de conservação, privados de água, comida, visitas e até mesmo de luz do sol. Confinados ao escuro de um crime que sequer tenha ocorrido, por um homem louco ou cruel, que faria de tudo para "espremer sangue de um nabo" para assim obter uma prova formal - ainda que falsa - de que Sebastião e Joaquim eram ladrões e assassinos. Não bastando sua sanha diabólica para com estes por meio das torturas, o militar ordena que Joaquim e Sebastião sejam levados a um campo aberto, onde sofrem ainda mais: ambos são amarrados a árvores e tendo seus corpos untados com mel para serem atacados por abelhas e formigas, ouvindo tiros e ameaças constantes de morte, a fim de esgotar as forças físicas e morais de ambos.

Mesmo tendo conseguido forçar os irmãos a assinar uma "confissão" formal do crime ele ordena que as esposas, filhos e até mesmo a velha mãe dos mesmos, Ana Rosa Naves, chamada afetivamente de "Don'Ana" (1866 - 1963) pelos conhecidos da cidade, sejam presos e trazidos para suas celas. As esposas e a genitora dos Naves também sofrem torturas diversas, sexuais até, nas mãos do perverso "Chico Vieira" e seus soldados. Nestes longos e cruéis meses a velhinha sempre pediu que os filhos nunca confessassem o crime que não cometeram, haja o que houvesse. Vendo que a velhinha não se curvaria e dela não extrairia nenhuma informação que comprometesse os supostos "culpados", o tenente Vieira colocou-a sob liberdade vigiada. Ela procura pelo advogado João Alamy Filho (1908 - 1993), que de início acreditava na suposição do tenente na qual os Naves aparecem como assassinos e por essa razão recusava-se a exercer sua defesa. Mas, ao ver o estado lamentável de "Don'Ana", resultado das torturas e violências que ela sofrera, João passa de acusador a defensor em tempo recorde.

Julgamentos

Mesmo sob as frequentes ameaças de "Chico Vieira", "Don'Ana" e João Alamy Filho exerceram com coragem e perseverança a defesa dos Naves. Estes tiveram de passar por dois julgamentos, sempre tendo por parte da acusação o tenente Vieira, disposto a intimidá-los até mesmo dentro do tribunal. O advogado sempre recorreu com recursos diversos para provar a inocência dos irmãos e o terrível equívoco que o Judiciário estava cometendo sob a influência de Vieira.

No primeiro julgamento, ocorrido em 1938, começa a surgir a verdade, através dos depoimentos de outros presos que também testemunhavam as atrocidades sofridas pelos Naves. Neste, o júri votou - por seis votos favoráveis e um contra - pela absolvição de Sebastião e Joaquim. Realizou-se então no mesmo ano um novo julgamento no qual confirmou-se o voto, por seis a um, da inocência dos réus. No entanto, eles não poderiam aproveitar sua tão sonhada liberdade.

O Tribunal de Justiça, mediante a ausência de soberania do júri no tribunal pelo regime ditatorial da Constituição de 1937, resolve alterar o resultado do veredicto, onde, por seis votos a favor da condenação e um contra, os irmãos são condenados a 25 anos e meio de prisão (que posteriormente passou por revisão penal e assim teve a pena reduzida para 16 anos). Após 8 anos e 3 meses de prisão, os Naves, mediante comportamento prisional exemplar, são finalmente colocados em liberdade condicional. Em 22 de maio de 1948 morre em Belo Horizonte o tenente Francisco Vieira dos Santos, o "Chico Vieira", de derrame cerebral. Três meses depois, a 28 de agosto, morre Joaquim Naves no asilo em que vivia para se tratar de uma longa doença que contraíra por causa das torturas, que debilitaram muito sua saúde. Para seu irmão sobrevivente começava uma nova luta: a da definitiva prova de sua inocência.

A verdade vem à tona

Em busca de justiça por seu já falecido irmão e familiares, Sebastião decreta para si mesmo encontrar alguma possível pista da existência de Benedito, seu primo ambicioso e cujo desaparecimento motivara todo aquele martírio de quase 20 anos. E eis que, por alguma coincidência ou ironia do destino, Benedito reaparece vivo em Nova Ponte a 24 de julho de 1952, de volta à casa de seus pais, sendo reconhecido por "Zé Prontidão", também primo dos irmãos Naves. Avisado, Sebastião vai com alguns policiais para Nova Ponte, onde Benedito jurava não ter sabido de nada que ocorrera em todos estes anos. Misteriosamente, poucos dias depois toda a família de Benedito, menos o próprio, morre em um acidente com o avião que os levava para Araguari para prestarem os devidos esclarecimentos. Assim, em meados de 1953, os irmãos Naves são finalmente inocentados oficialmente de toda e qualquer acusação de crime. Ainda restava uma última etapa do processo: a indenização legal de sua família.

O desfecho

Por sete anos inteiros, Sebastião e seu advogado João Alamy Filho lutaram na justiça até 1960, quando conseguiram processar o Estado e assim garantir a indenização devida à sua família e aos descendentes legais de seu irmão. Realizada esta parte final de sua trajetória, Sebastião viveu com tranquilidade até sua morte em setembro de 1964. Morria sua mãe "Don'Ana" dois anos depois e seu ilustre defensor João Alamy Filho em 1993, mas não sem antes escrever nos anos 60 o livro O Caso dos Irmãos Naves, no qual narra toda aquela história obscura vivenciada por seus clientes, os irmãos Naves.



O FILME





CONHEÇA O CORONEL DA PMERJ QUE PRENDEU PMs INOCENTES, VALENDO-SE DO DESEJO DE SER ELEITO DEPUTADO.


EX-Coronel PMERJ Valmir Alves Brum







MEET THE INNOCENT POLICE ACCUSED unjustly motivated by the desire to police colonel (VALMIRALVES BRUM) TO BE THE elected parliamentary STATE OF RIO DE JANEIRO.











Chacina de Vigário Geral




Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.




A Chacina de Vigário Geral foi um massacre ocorrido na favela de Vigário Geral, localizada naZona Norte da cidade do Rio de Janeiro. Ocorreu na madrugada do dia 29 de agosto de 1993, quando a favela foi invadida por um grupo de extermínioformado por cerca de 36 homens encapuzados e armados, que arrombaram casas e executaram vinte e um moradores. A chacina de Vigário Geral foi uma das maiores a já ocorrer no Estado do Rio de Janeiro.
[editar]Origem




Segundo relatos, a chacina teve sua motivação na morte de quatro Policiais Militares no dia28 de agosto de 1993 na Praça Catolé do Rocha, no bairro de Vigário Geral (a chacina foi na favela de Vigário Geral, do outro lado da linha férrea; o único que os traficantes queriam realmente matar era o sargento Ailton; mas ao se deslocar para a praça Catolé do Rocha, o sargento passou no DPO do Jardim America a fim de buscar reforço quando aquele lugar se dirigiu para verificar uma informação, que na praça havia traficantes com pesado armamento; os PMs do DPO do Jardim America, morreram sem saber de nada e ainda tiveram seus nomes e reputação manchados; esta informação partiu de seu informante Ivam Custódio; mas era uma armadilha ao sargento, Ivam queria livrar-se de Ailton, que junto com um outro PM eram sócios em barcos de pesca em Sepetiba RJ; Ivam sabendo que Ailton havia sequestrado e matado o irmão do líder do tráfico de drogas, Flavio "Negão", junto a este armou a emboscada; posteriormente veio a ser a principal testemunha, conhecido como "I" ). As mortes foram atribuídas a traficantes daquela região e a chacina ocorreu como forma de represália policial a estas mortes, ainda que nenhuma das vítimas possuísse envolvimento com o tráfico de drogas. Na época da chacina, oficiais da Polícia Militar recorreram aos meios de comunicação para acusar a existência de um complô contra a corporação e negar que a Polícia estivesse envolvida nas mortes. Não tendo sucesso na negativa da participação de PMs, o Coronel da PMERJ Valmir Alves Brum, então responsável pela investigação, acusou vários policiais militares e civis, entretanto sem provas baseado apenas nos testemunhos duvidosos de Ivam ou "I", e usando do cargo para, aproveitando da função e do sofrimento dos parentes, usou o caso para acusar desafetos entre outros; uma vez que a pressão popular lhe conferiu credibilidade para isso; a PMERJ e o Governo carioca temendo uma intervenção federal, fez "vista grossa" e este obteve "carta branca" para o resultado desastroso das investigações de promover a impunidade e injustiças, sem nunca responder pelos seus atos; sem que as famílias das vítimas recebesse a justa indenização do Estado; arruinou dezenas de carreiras de policiais honestos em um processo administrativo fraudulento deixando dezenas de PMs assassinos em liberdade e ainda na polícia.














]Condenação




Cerca de 2 meses após o crime, todos os Policiais Militares foram excluídos ou licenciados ex-offício da corporação (PMERJ)de forma administrativa sem mesmo serem julgados pela justiça. Desde a realização da chacina, apenas seis dos cinquenta e dois Policiais Militares acusados formalmente foram condenados (dois cumprem pena e quatro estão soltos porhabeas corpus). Desses cinquenta e dois, cinco sem provas. Os dez primeiros julgados, produziram provas de inocência, gravando fitas com as confissões dos verdadeiros culpados, quando pode ser provado a inocência de 23 acusados; entre os inocentes está Sergio Cerqueira Borges, o Borjão, cujo gravou também as fitas com a mecânica do crime e seus responsáveis; entretanto estas provas só serviam para a defesa, devido a legislação penal brasileira, cuja não a admite para acusar por ser considerada prova ilícita, pelo motivo dos acusados e considerados verdadeiros culpados, não terem conhecimento das gravações das fitas; entretanto o perito Ricardo Molina da UNICAMP validou como autenticas. Um novo processo foi feito, conhecido como Vigário Geral II; contudo a fitas não podendo serem usadas neste novo processo, o MP não tendo como provar a nova denúncia, pediu a absolvição por falta de provas dos acusados de Vigário II; todavia os primeiros absolvidos do 1º processo foram absolvidos com base nas fitas, cujo o juri acolheu a tese defensiva de inocência destes injustiçados; portanto Vigário Geral (Chacina de 1993) hoje é conhecida como fato de barbárie, impunidade e injustiças ( http://videos.r7.com/especial-chacina-de-vigario-geral-rj-completa-18-anos/idmedia/4e5c235de4b0e138800a00f1.html


)




Em 6 de julho de 1995, em depoimento à juíza Maria Lúcia Capiberibe, 17 Policiais Militares acusados da chacina de Vigário Geral apresentam como prova de sua inocência 5 fitas de áudio, gravadas na carceragem, nas quais um dos envolvidos no crime citaria o nome de outros policiais como executores da chacina. Tal gravação terminou por inocentar 10 dos acusados que apresentaram a gravação de denúncia.
A partir desta denúncia iniciou-se o processo que ficou conhecido como Vigário 2, no qual foram indiciados outros 19 Policiais Militares.
A partir deste processo, os promotores pediram ao juiz que libertasse os policiais que estariam colaborando com as investigações (aqueles que apresentaram a gravação de áudio). Eles foram libertados.
Posteriormente, 3 policiais inocentados pelas fitas e que teriam feito a gravação foram assassinados. 
O processo de Vigário Geral 1, no qual 33 policiais foram acusados, culminou, até o presente momento, em 6 condenações, 9 absolvições, 3 policiais não julgados por falta de provas e 10 policiais inocentados pelas gravações de áudio.
O processo de Vigário Geral 2, no qual 19 policiais foram acusados, resultou, até o momento, em 1 condenação, 8 liberações por falta de provas e 9 liberações no julgamento de 23/07/2003, quando a gravação de áudio que já havia inocentado 10 acusados foi considerado ilegítima.
Devido a essa demonstração de ilegitimidade da gravação de áudio, um novo julgamento deve ser marcado no processo de Vigário Geral 1, visando apurar a responsabilidade daqueles que foram inocentados pelos depoimentos das fitas.
A Comissão Teotônio Vilela tomou conhecimento do fato na época e acompanha seu andamento por via da imprensa. Foram enviados ofícios requerendo a apuração e a punição dos responsáveis. 




Ricardo Molina

Perícias
Dentre as centenas de perícias realizadas nos últimos anos, destacamos alguns casos de maior repercussão:Principais Laudos




1995 - Chacina de Vigário Geral, RJ
Na madrugada do dia 29 de agosto de 1993, a favela de Vigário Geral no município do Rio de Janeiro, foi invadida por um grupo de aproximadamente cinqüenta homens encapuzados e fortemente armados, que arrombaram casas e assassinaram vinte e um moradores - jovens, adultos e crianças - atingindo famílias inteiras. Outros quatro moradores, vítimas do mesmo acontecimento, sobreviveram. Este ato ocorreu em represália à morte de quatro policiais militares, atribuído a traficantes daquela região, numa praça da mesma favela, denominada ?Catolé do Rocha?, no dia anterior. Caso Chacina de Vigário Geral - 1995; recuperação e transcrição de gravações, além da identificação da voz de nove policiais militares envolvidos com a chacina na favela de Vigário Geral - RJ



terça-feira, 10 de julho de 2012

Estatística de Policiais Mortos e Baleados em 2011.


Estatística de Policiais Mortos e Baleados em 2011

By robertatrindade
Em meados do mês de setembro, o ano de 2011 já tem 97 policiais baleados no Estado do Rio de Janeiro. Destes, 31 estavam de serviço, 8 eram policiais militares reformados e 1 da reserva. No total são 81 PMs, 12 policiais civis e 1 agente da PRF baleados, sendo que 44 morreram.
1 de Janeiro: 1 PM morto
Lotado no 5º BPM (Praça da Harmonia), o sargento Leôncio morreu, em Irajá, na Zona Norte do Rio. Ele estava em frente à casa da mãe, na Rua Teodoro Alves Pacheco, e conversava com um amigo de infância quando um veículo de marca e placa não anotadas se aproximou. Três homens armados desceram do carro e teriam perguntado ao sargento se ele era policial. Neste momento, o PM correu para o quintal da residência, mas foi perseguido e atingido por diversos disparos. Ele ainda foi socorrido e levado para o Posto de Atendimento Medico (PAM) de Irajá, mas não resistiu.
2 de Janeiro: 1 PM baleado
Lotado no 39º BPM (Belford Roxo), o tenente Magno Pereira de Oliveira foi baleado após discussão em um bar próximo à Unidade Prisional da Polícia Militar – antigo Batalhão Prisional Especial (Bep) -, em Benfica, na Zona Norte do Rio. Ele estava acompanhado pelo ex-cabo Ademilson Muzzy – expulso da corporação em 2008 -, que também foi atingido. Os dois retornavam à Unidade Prisional após realizar a Visita Periódica à Família (direito adquirido na Justiça). O oficial – que está há 26 anos na corporação – cumpre pena por homicídio em regime semi aberto e durante o dia trabalha no batalhão localizado na Baixada Fluminense. O tiroteio ocorreu em um bar na Rua Célio Nascimento. Na confusão, também ficaram feridos o comerciante Ademir Gomes dos Santos, o Samuca, 42 anos, e o agente do Departamento Geral de Ações Sócio Educativas (Degase) Elenivaldo de Souza Alves.
3 de Janeiro: 1 PM baleado
Lotado no 12º BPM (Niterói), o cabo André Luiz Machado Silva foi baleado na Rua Comandante Ari Parreiras, em frente a uma casa de saúde, no bairro Porto Velho, em São Gonçalo. Ele foi atingido pelos ocupantes de um Siena que teriam tentado assaltá-lo.
3 de Janeiro: 1 PM baleado
Lotado no 9º BPM (Rocha Miranda), o cabo Álvaro Silva de Araújo foi baleado no joelho direito por traficantes da facção Amigos dos Amigos (ADA) que controlam a venda de drogas no Morro da Pedreira, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio. Ele realizava patrulhamento nos acessos ao morro quando disparos foram efetuados. Ninguém foi preso e o PM foi socorrido e levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio.
5 de Janeiro: 1 PM morto
Lotado no 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), o cabo Edmar Palafaz Dourado morreu após ser baleado em Madureira, na Zona Norte do Rio. O PM estava na Rua Miguel Rangel quando foi abordado por homens armados que tentaram roubar o Siena que ele dirigia. Os criminosos queriam o carro para fugir depois de abandonarem no local uma Hilux que haviam roubado próximo ao viaduto de Madureira.
8 de Janeiro: 1 PM morto
Lotado no Regimento de Polícia Montada (RPMont), o cabo João Carlos Souza Cruz morreu após ser baleado em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Ele foi atingido por um tiro na cabeça quando passava em frente a um ferro-velho.
8 de Janeiro: 1 PM morto
Lotado no 16º BPM (Olaria), o cabo Francisco de Souza Azevedo morreu após ser baleado em uma briga de trânsito, na Rua Riodades, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói. O PM bateu seu carro em um Peugeot prata com dois ocupantes. Ele saiu do veículo para discutir com os homens, mas a dupla estava armada e atirou.
9 de Janeiro: 1 PM baleado
Lotado no 3º BPM (Méier), o cabo Emerson Elísio Silva Brito foi baleado depois que a viatura em que estava foi atacada em Tomás Coelho, na Zona Norte do Rio. Ele estava parado próximo a um posto de combustível na Avenida João Ribeiro quando criminosos passaram em um carro não identificado e efetuaram disparos. O PM foi baleado no rosto e levado para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, sendo posteriormente transferido para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio.
14 de Janeiro: 2 PMs baleados
Lotados no 27º BPM (Santa Cruz), um capitão e um tenente foram baleados em Cosmos, na Zona Oeste do Rio. Os oficiais foram encontrados feridos perto de um posto de combustível na Avenida Cesário de Melo. Os dois foram socorridos e levados para o Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, onde o capitão permanece internado. Já o tenente foi transferido para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio.
22 de Janeiro: 1 PM morto
Lotado no 15º BPM (Duque de Caxias), o cabo Márcio Grei Moraes, 36 anos, morreu após ser baleado na Rodovia Washington Luís, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ele trabalhava na Sala de Rádio do batalhão, tinha acabado de sair de serviço e estava fardado. O PM foi surpreendido por homens armados que efetuaram pelo menos dez disparos. O crime aconteceu na altura do KM 121, na pista sentido Rio.
22 de Janeiro: 1 PM baleado
Lotado no 7º BPM (São Gonçalo), um tenente que não teve o nome divulgado foi baleado durante confronto com traficantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas no Complexo do Salgueiro, no bairro de mesmo nome. Atingido de raspão na altura do peito, após a bala ricochetear no colete à prova de balas, o oficial não corre risco de morte.
23 de Janeiro: 1 PM morto
O terceiro sargento reformado da Polícia Militar César Roberto Patrício do Nascimento, 54 anos, foi assassinado a tiros durante uma tentativa de assalto, na Praia do Forte, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, onde passava o final-de-semana. O PM caminhava pela Rua Professora Ismar Gomes de Azevedo, no Centro, quando foi
surpreendido por ocupantes de uma moto modelo YBR, de cor preta. Os criminosos despertaram a atenção para o policial por causa do cordão e a pulseira de ouro que ele usava. Na ação, o sargento, que não estava armado, acabou sendo atingido por dois tiros no pescoço. Os bandidos efetuaram os disparos após identificá-lo como PM. Ele era proprietário de três joalherias no bairro Alcântara, em São Gonçalo.
26 de Janeiro: 1 PM baleado
O capitão da reserva da Polícia Militar e vereador de Niterói, Renato Carielo, 42 anos, foi baleado ao impedir um assalto na rua onde mora, na Engenhoca, na Zona Norte de Niterói. Presidente da Comissão de Segurança da Câmara de Vereadores de Niterói, ele voltava da academia quando, próximo a sua casa, na Rua Daniel Torres, viu o criminoso. Houve luta corporal e troca de tiros. O criminoso, Carlos Roberto da Silva, 38, também foi baleado e acabou não resistindo. Ele tinha 12 passagens pela Polícia e era acusado de estupros em bairros da Zona Norte de Niterói e de São Gonçalo. O PM foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca, e não corre risco de morte.
26 de Janeiro: 1 PM baleado
Lotado no 7º BPM (São Gonçalo), um policial militar que não teve o nome divulgado foi baleado durante incursão no Morro do Martins, em Neves. O tiro foi disparado por traficantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas na região.
27 de Janeiro: 1 PM morto
Lotado no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), o soldado Leonardo Silva e Souza, 29 anos, morreu após ser baleado durante tentativa de assalto, na Avenida Brasil. O PM passava de moto próximo à passarela 12, na altura da Ilha do Governador, quando foi abordado por dois homens armados, que estavam em uma moto também. O policial ainda foi socorrido e levado para o Hospital Federal de Bonsucesso, no bairro de mesmo nome, mas não resistiu. O PM estava na corporação há sete anos.
28 de Janeiro: 1 PM morto
O policial militar reformado Nelson Franco, 72 anos, foi assassinado no bairro Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O corpo do PM foi encontrado dentro do seu carro, na Rua Pelotas. A arma do policial não foi levada pelos criminosos.
28 de Janeiro: 1 PM baleado
Lotado no 7º BPM (São Gonçalo), um policial militar que não teve o nome divulgado foi baleado durante troca de tiros com assaltantes no bairro Gradim. O PM integrava equipe acionada para verificar denúncia de assalto com reféns em um frigorífico. Enquanto Ivanir Sérgio Ribeiro, o Abelha, 33 anos, foi preso em frente ao estabelecimento comercial, seu comparsa, conhecido como Bruno, morreu após reagir à prisão e atirar contra os policiais.
29 de Janeiro: 1 PM baleado
Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro dos Macacos, o soldado Fernando Roseno Bezerra foi baleado no pé em uma tentativa de assalto na Estrada de Paciência, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. O PM estava trocando o pneu do próprio carro quando desconfiou de dois homens que se aproximaram em uma moto. Ao ver que estavam armados, o policial sacou sua arma e acabou levando um tiro. Os bandidos fugiram sem nada roubar.
30 de Janeiro: 1 PM baleado
Lotado no 12º BPM (Niterói), o cabo William Egidio Ferreira foi baleado durante perseguição a criminosos. Após receberem a informação de que uma Picape Mitsubishi L-200 prata, roubada na área da 21ª DP (Bonsucesso), estaria atravessando a Ponte em direção a Niterói, os PMs providenciaram um cerco nas principais descidas da via. Houve perseguição e tiroteio pelo sentido Itaboraí do trecho Niterói-Manilha da BR-101. Na altura da Ilha das Flores, em Neves, o cabo perdeu o controle da viatura e subiu em um canteiro, após ser atingido por um tiro no braço esquerdo. Cerca de 8km depois, na altura do Piscinão de São Gonçalo, no Boa Vista, o motorista de um Palio Weekend, identificado como Leonardo Felipe Terra Barcelos, foi atingido por balas perdidas nas costas e em um dos braços. Ele dirigia no sentido Niterói. O carro em que estavam os criminosos foi encontrado na Rua Visconde de Itaúna, no Gradim. Os bandidos conseguiram fugir.
1 de Fevereiro: 1 PC baleado
Um policial civil que não teve o nome e lotação divulgados foi baleado durante confronto com bandidos na Rua Senador Bernardo Monteiro, a Rua dos Lustres, em Benfica, na Zona Norte do Rio. Depois do tiroteio, moradores do Morro do Tuiuti tentaram fechar a via, no acesso ao morro.
3 de Fevereiro: 1 PM morto
Lotado no 12º BPM (Niterói), o sargento Roberto Fabrício Manoel de Queiroz, 43 anos, morreu após ser atingido por dezenas de tiros no bairro Rocha, em São Gonçalo. O PM, que trabalhava na carceragem do Fórum de Niterói, tinha saído de casa e foi surpreendido na Avenida Maricá, próximo à Rua Lourenço Furtado de Mendonça. Ao parar em um sinal de trânsito na altura de uma das entradas do Morro Menino de Deus, perto de um posto de combustíveis, o sargento foi surpreendido pelos ocupantes de um carro preto de marca e placa não anotadas. Sem ter tempo de reação, o PM foi atingido por cerca de dez tiros de fuzil e morreu no local.
3 de Fevereiro: 1 PM baleado
Lotado no Grupamento Tático Móvel (GTM), um policial militar que não teve o nome divulgado foi baleado no rosto, na Rua Ricardo Machado, em frente à Favela Barreira do Vasco, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. O PM realizava patrulhamento em torno do Estádio São Januário, onde os times do Vasco e do Duque de Caxias disputavam partida pela Taça Guanabara (primeira fase do Campeonato Carioca).
5 de Fevereiro: 1 PM baleado
Lotado no 7ºBPM (São Gonçalo), um policial militar que não teve o nome divulgado foi baleado durante confronto com traficantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas no Complexo do Salgueiro, no bairro de mesmo nome. O PM, que integra uma guarnição do Grupo de Ações Táticas (GAT) da unidade gonçalense, participava de incursão na localidade.
24 de Fevereiro: 1 PM morto
Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro do São João, no Engenho Novo, na Zona Norte do Rio, Diego da Silva Fernandes, 25 anos, morreu após ser baleado durante um arrastão no Méier, também na Zona Norte. O PM foi abordado pelos criminosos na esquina das ruas Pache de Faria e 24 de Maio e teve sua moto roubada sua moto. Ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas não resistiu. Os assaltantes fugiram na moto do PM e logo depois do crime, abordaram outra vítima, na Rua Emengarda. Ao identificarem o motorista de um Astra como sendo o coronel de artilharia do Exército Alexandre Cardoso Rodrigues, 48, os bandidos o executaram com mais de 20 tiros.
24 de Fevereiro: 1 PM baleado
Lotado no 17º BPM (Ilha do Governador), um policial militar que não teve o nome divulgado deu entrada no Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, após ser baleado na mão. Com o impacto do tiro, ele sofreu fratura exposta em um dos dedos. O incidente ocorreu na Ilha do Fundão, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio, e o PM estava de serviço. Ele chegou fardado ao hospital.
1º de Março: 1 PM baleado
Lotado no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), um soldado que não teve o nome divulgado foi baleado na perna por criminosos ligados à facção Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas na Favela do Jacarezinho, no Jacaré, na Zona Norte do Rio. O PM participava de incursão que terminou com cinco acusados de tráfico mortos e seis detidos, além de cinco pistolas apreendidas.
4 de Março: 1 PM baleado
Lotado no 7º BPM (São Gonçalo), o tenente Marcelo Batista foi baleado na Rua João de Lacerda, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O oficial deixava a casa da ex-mulher, por volta de 1h, em seu Hyundai i30, quando homens armados em um Gol branco se aproximaram atirando. O PM foi atingido por dois tiros na barriga e levado para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, sendo posteriormente transferido para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio.
4 de Março: 1 PM baleado
Lotado no Batalhão de Patrulhamento Rodoviário (BPRv), o sargento Rogério Rosa Torres, 45 anos, foi baleado de raspão em um dos braços quando a viatura em que estava foi atacada por criminosos. O PM estava baseado na Linha Vermelha, na altura da Ilha do Governador, na pista sentido Centro, quando bandidos em um carro não identificado passaram e efetuaram disparos. Ninguém foi preso. O sargento foi socorrido pelo colega e levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio.
4 de Março: 1 PRF morto
O agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Antônio Carlos Cruz Pinto foi morto a tiros, na Avenida Presidente Kennedy, no Centro de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O policial, que estava há cerca de 30 anos na corporação, reagiu a um assalto. Após efetuar os disparos, os criminosos fugiram levando o carro e a arma do agente. O veículo foi encontrado no interior da Favela da Mangueirinha, também em Caxias. Dentro do automóvel foram encontradas a carteira funcional e a farda do policial.
24 de Março: 1 PC morto
Lotado na 13ª DP (Ipanema), o oficial de cartório Rafael Annibal Ferreira Faria morreu após ser baleado na Estrada Rio do Pau, na Pavuna, na Zona Norte do Rio, próximo a um dos acessos ao Morro do Chapadão.O policial havia saído de sua casa, na Rua vereador José Pontes, em Nilópolis, na Baixada Fluminense, por volta das 08h50. Ele estava acompanhado pelo irmão quando foram abordados pelos ocupantes de um Ecoesport prata de placa não anotada. Havia pelo menos cinco homens no interior do veículo, que seguia um outro carro – um Astra escuro de placa também não anotada. O irmão da vítima contou que o policial civil, ao perceber que seriam abordados, conseguiu jogar sua arma e sua carteira funcional para debaixo do banco. Durante a abordagem, três criminosos entraram no carro e assumiram a direção. Um deles encontrou a arma e a carteira do oficial de cartório e decidiu levar os dois para dentro da favela. Na altura da Estrada Rio do Pau, o policial – que sabia que seria morto – tentou fugir e acabou sendo fuzilado. Após a execução, os bandidos abandoraram o veículo e retornaram para o Ecoesport, fugindo em seguida. A vítima estava na instituição há apenas nove meses.



24 de Março: 1 PM morto

O sargento reformado da Polícia Militar, Marcos Viana de Oliveira, 54 anos, foi morto a tiros no portão de sua casa, na Rua Nicola Aslan, no bairro Braga, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. O PM foi surpreendido pelo ocupante de uma moto e sequer teve tempo de reagir. O endereço fica a cerca de 50 metros de distância do Fórum e da sede da Prefeitura. O policial, que trabalharia como segurança na região, foi atingido no rosto, no abdômen e braços. Ele morava no local há cerca de um mês.
25 de Março: 1 PC baleado
Lotado na Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), o inspetor Paulo César Fornerolli foi baleado na barriga ao reagir a uma tentativa de assalto. Ele ainda teria conseguido balear os dois bandidos que o abordaram. O crime ocorreu pouco após o policial ter saído da especializada, no bairro da Pavuna, na Zona Norte do Rio.
25 de Março: 1 PC baleado
Um policial civil, que não teve o nome divulgado, foi baleado ao reagir a uma tentativa de assalto no bairro Olavo Bilac, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O agente foi abordado quando passava com seu carro pela Rua Igarapé, próximo à Favela da Mangueirinha. Os bandidos atiraram e fugiram sem levar nada da vítima, que foi levada pelos bombeiros para o Hospital Municipal Moacyr Rodrigues do Carmo, mais conhecido como Hospital Geral de Caxias, no bairro Vila São Luiz.
30 de Março: 1 PM morto
Lotado no 6º BPM (Tijuca), o cabo Albert Camilo, 37 anos, foi executado com mais de dez tiros em sua casa, na Rua Nêsperas, na localidade conhecida como Jardim Nova Guaratiba, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. O PM, que estava respondendo a um Conselho de Disciplina, foi surpreendido pelos criminosos no momento em que estava mexendo no computador e não teve tempo de reagir.
1º de Abril: 1 PM morto
Lotado no 41º BPM (Irajá), o cabo Marcos Henrique de Souza Conceição, 33 anos, morreu após ser baleado durante um assalto em Realengo, na Zona Oeste do Rio. O PM estava dirigindo seu carro nas proximidades do Hospital Estadual Albert Schweitzer, quando foi abordado pelos criminosos. Os bandidos fugiram levando o veículo do policial, cujo corpo ficou no local.
4 de Abril: 1 PM morto e 1 PM baleado
O cabo reformado da Polícia Militar Sebastião da Silva Carvalho, 33 anos, morreu após ser baleado durante tentativa de assalto a uma agência dos Correios em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Ele trabalhava como segurança em um mercado na Estrada João Venâncio Figueiredo, na Posse, quando notou uma movimentação estranha no estabelecimento vizinho e resolveu ir até o local, com outro PM reformado que também fazia segurança com ele e foi identificado como Admar dos Santos Moura, 48. Ao notar a aproximação dos dois PMs, os bandidos iniciaram um tiroteio. Enquanto Sebastião foi atingido seis vezes – cinco no peito e uma na perna esquerda -, Admar foi baleado na boca, no rosto e no braço esquerdo. O primeiro não resistiu e morreu no local, enquanto seu colega foi socorrido e levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu – mais conhecido como Hospital da Posse. Um dos bandidos chegou a ser baleado na perna. Após tentar fugir do local em uma moto estacionada na rua, ele entrou em um Santana conduzido por um dos comparsas. Na ação, duas pessoas foram vítimas de balas perdidas: o motorista Renato de Souza Oliveira, 45, foi atingido no fêmur esquerdo, e o aposentado João Bosco Araújo, 72, levou um tiro na perna esquerda.
5 de Abril: 1 PM morto
Lotado no 34º BPM (Magé), o cabo Fábio Marcelo da Silva Cardoso foi assassinado com mais de 15 tiros, às margens da BR-493 – mais conhecida como Rodovia Rio-Magé – próximo à Casa de Saúde Nossa Senhora da Piedade, em Magé, na Baixada Fluminense. O PM, que fazia segurança na Fertel fábrica de vergalhões, foi surpreendido por três homens que estavam em um Gol preto e sequer teve tempo de reagir. Havia um processo na Promotoria de Justiça de Família, Infância e Juventude de Magé – Centro Regional de Apoio Administrativo Institucional (CRAAI) Duque de Caxias – de número 2008.00014555 – em que ele e a mulher, Viviane de Barcelos Cardoso, são partes. Além disso, ele movia um processo por danos morais contra o banco BMG e BV Financeira. A próxima audiência seria no dia 3 de agosto.
10 de Abril: 1 PM morto
Lotado no 40º BPM (Campo Grande), o sargento Juranir Ferreira da Rosa, 44 anos, foi assassinado no interior de um restaurante, na frente da família. O crime ocorreu na Estrada do Mato Alto, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. O assassino entrou no estabelecimento encapuzado, se dirigiu ao PM, efetuou os disparos e depois fugiu por um matagal próximo ao restaurante. O PM chegou a ser socorrido, mas morreu a caminho do Hospital Estadual Rocha Faria, também em Campo Grande.
15 de Abril: 1 PM morto
Lotado no 23º BPM (Leblon), um cabo que não teve o nome divulgado morreu após reagir a uma saidinha de banco – quando a pessoa é seguida e assaltada após efetuar saque em agência bancária ou caixa eletrônico – no Centro de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
16 de Abril: 2 PMs mortos
Lotados no 2º BPM (Botafogo) e no 21º BPM (São João de Meriti), respectivamente, o sargento Cláudio Alves Pinto, 41 anos, e o cabo Marcelo de Souza Nogueira morreram após serem baleados por ocupantes de uma Blazer preta. Os PMs jogavam cartas em um bar na esquina das ruas Rondão Gonçalves e Salgado Filho, em Nilópolis, na Baixada Fluminense, quando foram surpreendidos pelos criminosos. Outras quatro pessoas também foram baleadas. Uma delas, identificada como Edson do Nascimento Pereira, não resistiu. Em setembro de 2007, o sargento Cláudio foi preso na Operação Duas Caras, da Polícia Civil. Dois anos depois, ele e outros 33 policiais do 15º BPM foram absolvidos pela juíza Tula Corrêa de Mello Barbosa, da 1ª Vara Criminal de Duque de Caxias. Os PMs eram acusados de receber propina do tráfico para não atacar favelas e para liberar traficantes presos.
18 de Abril: 1 PM morto
Lotado no 17º BPM (Ilha do Governador), o sargento André Luís Ferreira Couto, 43 anos, morreu após ser baleado em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Ele estava em um bar na Estrada Urucânia quando foi surpreendido por homens que chegaram em um veículo de modelo e placa não anotados. Os criminosos efetuaram diversos disparos em direção ao interior do estabelecimento. O PM, que não teve tempo de reagir, chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, mas não resistiu. Um outro homem, identificado como Valdir Bonfim de Souza, 29, também foi baleado na ação e encaminhado para a mesma unidade de saúde.
22 de Abril: 1 PC baleado
Um policial civil aposentado foi vítima de um sequestro-relâmpagado, no Éden, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Ele foi rendido por dois homens armados, que entraram no carro do policial e o obrigaram a continuar dirigindo. Na altura da Rodovia Presidente Kennedy, o policial aposentado tentou aproveitar uma blitz da Polícia Militar para escapar dos bandidos e acabou sendo baleado. Houve troca de tiros entre os criminosos e os PMs e um dos suspeitos foi atingido. Ele morreu no local e seu comparsa conseguiu fugir. A vítima foi encaminhada para o Hospital Moacyr do Carmo, em Duque de Caxias.
25 de Abril: 1 PM morto
Lotado no 7º BPM (São Gonçalo), o cabo Pedro Vagner da Silva Duarte, 37 anos, morreu no Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio, após ter sido baleado por assaltantes que invadiram o apartamento onde ele morava, no bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo. O PM – que também trabalhava como DJ – foi atingido por pelo menos três tiros, um deles na cabeça. Depois do crime, os bandidos fugiram no carro da vítima, um Tempra, que foi encontrado incendiado momentos depois no bairro Amendoeira.
28 de Abril: 1 PM
Lotado no Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), o cabo Fernando Ricardo dos Santos estava em um táxi que passava pela Avenida Presidente Wilson, no Centro do Rio, quando foi baleado. Ele teria sido vítima do crime conhecido como “saidinha de banco” – quando a vítima é seguida e assaltada após efetuar saque em agência bancária ou caixa eletrônico. O criminoso, não identificado, conseguiu fugir e não levou nem a arma e nem a carteira do PM, que estava de folga e foi levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio.
28 de Abril: 1 PC baleado
Lotado na Divisão de Homicídios (DH), um policial civil que não teve o nome divulgado participava de operação conjunta com equipes do 41º BPM (Irajá) no Morro da Pedreira, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio, quando foi baleado durante confronto com criminosos da facção Amigos dos Amigos (ADA) que controlam a venda de drogas na região. Atingido no ombro, ele foi socorrido e levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio.
2 de Maio: 1 PM morto
Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro da Formiga, na Tijuca, na Zona Norte do Rio, o sargento Luiz Eduardo de Jesus Rodrigues, 29 anos, foi executado em seu apartamento, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A namorada do PM, identificada como Adriana Santos de Souza, 19, também morreu. O crime ocorreu na Rua Cosme Velho, no bairro Copacabana. O corpo do sargento foi encontrado na sala do apartamento e o de sua namorada estava no banheiro.
3 de Maio: 1 PM morto
Lotado no 14º BPM (Bangu), o sargento Damasceno foi baleado durante troca de tiros em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Ele e o colega de farda se preparavam para abordar três homens que ocupavam um veículo e que estavam em atitude suspeita quando o trio começou a disparar contra os PMs, que ainda conseguiram reagir. Na troca de tiros, um dos bandidos também teria sido atingido, mas conseguiu fugir. Os criminosos teriam acabado de assaltar uma casa lotérica na região. O PM foi socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Senador Camará e posteriormente transferido para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio. Ele morreu cinco dias depois.
12 de Maio: 1 PM morto
Lotado no Serviço de Inteligência (P-2) do 9º BPM (Rocha Miranda), o cabo Marcelo Rodrigues de Queiroz morreu após ser baleado na Rua Caiuá, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio. O PM e um colega de farda se preparavam para abordar três homens que estavam em um carro, próximo à Avenida dos Italianos, quando foram surpreendidos por disparos efetuados pelo trio. Atingido na cabeça, o cabo ainda foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Carmela Dutra, também em Rocha Miranda, mas não resistiu.
14 de Maio: 2 PMs baleados
Lotados no 22º BPM (Benfica), dois policiais militares que não tiveram patente nem nomes divulgados foram baleados durante confronto com criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas na Favela de Manguinhos, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. Os dois foram socorridos e levados para o Hospital Federal de Bonsucesso e, segundo médicos responsáveis pelo atendimento, não correm risco de morte.
16 de Maio: 1 PM morto e 1 PM baleado
Lotado no Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv), o cabo Charles de Castilho Braga morreu após ser atingido por diversos disparos na Rua Utah, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Ele saía de um bar acompanhado por outro PM, o sargento André Luís Teodolino dos Santos – lotado no 2º BPM (Botafogo) – e a mulher dele, Luciana Dias dos Santos, 37 anos. Os três se preparavam para entrar num Gol vermelho quando os criminosos se aproximaram e efetuaram diversos disparos. O sargento e a mulher também foram baleados. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
16 de Maio: 1 PM baleado
Lotado no 15º BPM (Duque de Caxias), um policial militar que não teve nome nem patente divulgados foi baleado durante confronto com traficantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas no Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Na ação, dois acusados de envolvimento com o tráfico também foram baleados. Eles ainda foram levados para o Hospital Municipal Moacir Rodrigues do Carmo, mas não resistiram. Os PMs recuperaram três carros roubados e cinco motocicletas, e apreenderam um fuzil calibre 7.62mm e uma pistola.
16 de Maio: 1 PM baleado
Lotado no 6º BPM (Tijuca), o sargento Milezi foi baleado na orelha, pescoço, joelho e panturrilha durante confronto com assaltantes, na Tijuca, na Zona Norte do Rio. O PM foi atingido no momento em que tentava evitar que um trio de criminosos fugisse no Fiat Idea preto placa KVD 8543. Os três acabaram conseguindo fugir pela Rua Conde de Bonfim. Dois pararam uma picape S-10 e depois a trocaram, roubando um Gol verde na Rua Dr. Octávio Kelly. O outro criminoso roubou um Siena preto, na Rua São Miguel, e levou o motorista até as proximidades da Favela do Jacarezinho, em Benfica, também na Zona Norte do Rio.
O início da ação dos criminosos foi na Lagoa, na Zona Sul. Cinco bandidos saíram de um baile funk no Jacarezinho no Fiat Idea – que havia sido roubado. Por volta das 9h, renderam um administrador, que chegava em um Honda Civic prata para caminhar, e obrigaram-no a ir até sua casa, na Rua 18 de Outubro, na Tijuca. Primeiro, dois subiram para o apartamento 202 do edifício 141 e fizeram a esposa e o filho da vítima reféns. Um zelador foi obrigado a amarrar os moradores, enquanto os bandidos roubavam o imóvel. Às 9h30, o estudante de Direito Caio Silveira e seu pai foram rendidos ao sair do elevador. O bando reuniu mais vítimas nesse imóvel. Quatro se dividiram para roubar cinco apartamentos e um ficou na portaria. A fuga dos bandidos começou cerca de duas horas após o início da ação criminosa. O que tomava conta dos reféns na portaria roubou um Logan branco e fugiu. O porteiro correu e pediu ajuda aos PMs da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro da Formiga. Quando uma viatura do 6º BPM chegou, teve início ao tiroteio que deixou o sargento baleado. Após a fuga de quatro assaltantes, começaram as buscas pelo quinto bandido. Prédios e uma escola foram vasculhados. Por volta das 16h21, Maxmilliam Fabrício Martins da Silva, 22 anos, aproveitou a desatenção dos policiais, deixou o elevador — onde ficou 5 horas escondido — e saiu pela portaria. Um morador gritou, alertando a Polícia. Começou nova perseguição com tiros e o bandido acabou preso assim que invadiu o prédio de número 459 da mesma rua.
20 de Maio: 2 PMs mortos
Lotados no 1º BPM (Estácio) e no 21º BPM (São João de Meriti), respectivamente, os soldados identificados apenas como Xavier e Lira foram executados na Estrada do Engenho, próximo a um dos acessos à Favela Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Os PMs estavam no Golf preto placa ABO 9777, que era blindado, quando foram surpreendidos por dois homens que saíram de um carro escuro de placa não anotada e efetuaram diversos disparos de armas de grosso calibre. Segundo denúncias, os assassinos usavam fardas semelhantes à da PMERJ. Os policiais, que não tiveram tempo de reagir, morreram no local.
24 de Maio: 1 PM morto
Lotado no 2º BPM (Botafogo), o soldado Anderson Carneiro, 32 anos, morreu após ser baleado durante uma saidinha de banco – quando a pessoa é seguida e assaltada após efetuar saque em agência bancária ou caixa eletrônico – na Rua Nilo Peçanha, em São Gonçalo. Baleado no pescoço, ele estava acompanhado por um amigo, que foi atingido na perna. Os dois foram socorridos e levados para o Pronto Socorro de São Gonçalo (PSSG), no Zé Garoto, mas o PM não resistiu. Ele deixou um filho de 5 anos de idade e a mulher grávida.
26 de Maio: 1 PM baleado
Lotado no Batalhão Especial Prisional (Bep), o sargento Jonas Neves de Abreu da Silva, 50 anos, foi baleado na Rua Van Gogh, em Del Castilho, na Zona Norte do Rio. Ele estava acompanhado pelo ex-PM Cláudio Alves da Silva, 37, e pelo agente funerário Cláudio Pereira da Costa, 44. O primeiro foi preso em 2008, com uma arma que tinha a numeração raspada e em companhia de dois ex-presidiários, sendo expulso da corporação no ano passado. Já contra o agente penitenciário havia cinco mandados de prisão pelos crime de homicídio, tortura e formação de quadrilha. Os três estavam em um Gol preto, a poucos metros da casa do agente penitenciário, quando foram surpreendidos pelos ocupantes de outro veículo. O sargento foi baleado nas nádegas e na barriga, o ex-PM levou um tiro na barriga que provocou uma lesão no intestino e o agente penitenciário foi atingido no peito.
Soldado PM Bruno Vinícius Saldanha Ribeiro, 30 anos
30 de Maio: 1 PM morto
Lotado no Serviço de Inteligência (P-2) do 19º BPM (Copacabana), o soldado Bruno Vinícius Saldanha Ribeiro, 30 anos, foi torturado e assassinado por criminosos da facção Amigos dos Amigos (ADA) que controlam a venda de drogas no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio. O agente estava acompanhado por outro PM e voltava de uma pesquisa social na região quando o veículo em que estava ficou sem combustível. Enquanto o colega ficou no carro, ele foi até um posto próximo e acabou sendo identificado por bandidos. Ele ainda passou um rádio para o colega de farda, que ouviu um grito pedindo socorro e o barulho de um disparo, mas não conseguiu reagir e nem fugir. Os criminosos deram um tiro para imobilizá-lo e roubaram um carro, jogando-o no porta-malas e o levando para dentro da comunidade. Após cerca de duas horas de tortura, ele foi executado e teve o corpo abandonado próximo à estação de Barros Filho.
3 de Junho: 1 PM morto
Lotado no gabinete do comandante geral da PMERJ, o sargento Edmar Teixeira de Carvalho morreu no Hospital Moacir do Carmo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, após ser baleado durante um assalto. O PM estava saindo de uma lanchonete na Avenida Presidente Vargas, próximo ao número 230, quando dois homens em uma moto tentaram roubar seu cordão de ouro. O sargento reagiu e acabou atingido por três disparos: no tórax, no ombro e na cabeça.
3 de Junho: 1 PM morto
O coronel aposentado da Polícia Militar Francisco Sérgio Rangel Gomes, 58 anos, morreu durante uma saidinha de banco – quando a pessoa é seguida e assaltada após efetuar saque em agência bancária ou caixa eletrônico. O PM sacou dinheiro em um banco localizado na Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio, e foi surpreendido pelos criminosos quando chegava em casa, em Sulacap, também na Zona Oeste. O coronel, que em 1996 – aos 43 anos de idade e 19 na corporação – foi comandante do 6º BPM (Tijuca), era casdo e deixou três filhos.
5 de Junho: 1 PM baleado
Lotado no 22º BPM (Benfica), o sargento Júlio Cesar Sarmento foi baleado no abdômen por traficantes que controlam a venda de drogas no Complexo da Maré, em Benfica, na Zona Norte do Rio. O PM estava dentro de um caveirão e foi atingido quando o veículo blindado passava próximo à Favela Nova Holanda. O blindado ficaria baseado entre as favelas Baixa do Sapateiro e Nova Holanda. Ao se aproximar da favela Nova Holanda, os policiais foram atacados a tiros de fuzil e uma das balas atravessou a blindagem do veículo. O sargento foi operado no Hospital Geral de Bonsucesso, no bairro de mesmo nome, também na Zona Norte do Rio, enquanto aguardava transferência para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio.
16 de Junho: 1 PM morto
O policial militar reformado Argemiro Cabral de Melo Filho, 48 anos, foi assassinado dentro de um veículo de transporte alternativo, na Rua Uranos, em Olaria, na Zona Norte do Rio. O motorista da van contou que a vítima reagiu a assalto anunciado por três homens que entraram no veículo na Penha e tentaram roubar os passageiros da linha Olaria-Madureira. O PM chegou a atirar contra os criminosos, mas foi atingido. Os bandidos fugiram em um táxi e foram perseguidos por policiais do 16º BPM (Olaria). Um deles iniciou o tiroteio, foi atingido e também morreu. O outro foi preso em um bar. Ele estava com a camisa manchada de sangue e alegou que seria uma das vítimas da van, no entanto, foi reconhecido por passageiros como um dos assaltantes. O terceiro bandido conseguiu fugir. Os PMs encontraram dentro da van dois revólveres calibre 38.
20 de Junho: 1 PM baleado
Lotado no 17º BPM (Ilha do Governador), um policial que não teve patente e nem nome divulgados foi baleado na perna durante confronto com traficantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam a venda de drogas no Morro do Dendê, na Ilha do Governador.
21 de Junho: 2 PMs baleados
Lotados no 20º BPM (Mesquita), o cabo Batalha e o cabo André Dias foram baleados durante confronto com traficantes que controlam a venda de drogas na Favela Danon, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. No tiroteio, um dos acusados de envolvimento com o tráfico também foi atingido. Ele não resistiu aos ferimentos. O cabo Batalha foi baleado no pescoço e o cabo André Dias na perna.
23 de Junho: 1 PC baleado
Lotado na 70ª DP (Tanguá), o inspetor César Augusto do Nascimento foi baleado no braço ao reagir a uma tentativa de assalto em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Ele estava dentro de seu veículo, parado em um sinal de trânsito na esquina das ruas Marechal Joaquim Inácio e Barão do Triunfo, quando foi abordado por dois bandidos. Um dos ladrões, menor de idade, foi baleado no pé e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do mesmo bairro, onde está sob a custódia da Polícia Militar. O policial foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Albert Schweitzer.
24 de Junho: 1 PM morto
Lotado no Batalhão de Polícia Florestal e do Meio Ambiente (BPFMA), o cabo Resende, que trabalhava no posto localizado no Horto de Seropédica, foi morto a tiros quando chegava para trabalhar. O PM foi baleado por um homem que o aguardava.
25 de Junho: 3 PMs baleados
Lotados na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro da Coroa, no Catumbi, na região central do Rio, os soldados Alexander de Oliveira Silva, 26 anos, Carlos Alexander Barros, 28, e Nelson dos Santos Adans, 30, foram atacados por traficantes com granadas e tiros de fuzil. Enquanto o primeiro perdeu as duas pernas, o segundo foi liberado após receber atendimento médico e o terceiro – atingido por estilhaços de granada no pescoço – foi submetido a uma cirurgia e permanecia internado, até domingo, dia 26 de junho.
27 de Junho: 1 PC morto
Lotado na Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter) da Baixada Fluminense, o policial civil Carlos Otávio Trajano da Silva, 49 anos – que trabalhava na carceragem da 52ª DP (Mesquita) -, foi encontrado baleado no braço e no peito no banco de trás de um Pegeout prata, na Rua Cleide Távora, bairro Santa Rita, em Nova Iguaçu. Ele chegou a ser levado para o Hospital da Posse, mas não resistiu. Segundo PMs, ele estava com um carregador de pistola, um revólver calibre 38, um par de algemas e um celular. A Polícia está investigando se o agente foi executado ou se foi um roubo seguido de morte, já que a pistola do policial não foi encontrada.
28 de Junho: 1 PC morto
Lotado na Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), o investigador Mário Sergio de Araújo Maia foi assassinado em frente a um ferro-velho em Inhaúma, na Zona Norte do Rio. O crime foi praticado por dois homens que estavam em uma moto. Após efetuar os disparos contra o policial, que estava de costas e sequer teve tempo de reagir, eles roubaram uma S-10 prata placa LAI 9168 e fugiram. O carro foi abandonado próximo a um dos acessos à Favela da Galinha, também em Inhaúma, no Complexo do Alemão.
2 de Julho: 1 PM morto
Lotado no Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv), o cabo Marcos Paulo dos Santos Brandão, 33 anos, foi assassinado por cinco homens que invadiram o Bar do Batata onde ele estava acompanhado por amigos, na Estrada do Corume, no bairro Jesuítas, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, e o sequestraram. O PM foi baleado e jogado pelos criminosos, que estavam encapuzados, no porta-malas de um Fiat Idea. O corpo foi localizado horas depois, enterrado até a cintura, perto da margem do Rio São Francisco, no mesmo bairro. O corpo do PM, que trabalhava na Coordenadoria de Vias Especiais, na Vila Kennedy, foi enterrado no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap.
10 de Julho: 1 PM baleado
Lotado no 25º BPM (Cabo Frio), um policial identificado apenas como cabo Pinto foi baleado durante patrulhamento de rotina no bairro Boca do Mato, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. O PM e uma colega de farda, identificada como soldado Michele, estavam na viatura quando foram surpreendidos por três homens que começaram a atirar ao avisar a aproximação deles, na Rua Monte Alegre, próximo ao Beco Colômbia. O policial foi atingido por três tiros, na barriga e em uma das pernas. A Polícia fez buscas no bairro e dois jovens foram detidos, sendo um menor de idade. Dois deles foram reconhecidos pelos policiais: além do menor, um maior conhecido como Patrick da Boca do Mato.
Patrick da Boca do Mato
12 de Julho: 1 PM baleado
Lotado no Grupamento de Policiamento Transportado em Ônibus Urbanos (GPTOU), o soldado identificado apenas como Paiva foi baleado durante confronto com criminosos no interior de um coletivo, em frente à sede da Prefeitura do Rio, na Avenida Presidente Vargas, na Cidade Nova. Ele e colegas de farda realizavam patrulhamento de rotina na Avenida Rodrigues Alves, próximo à Rodoviária Novo Rio, quando desconfiaram da movimentação no interior do ônibus da linha 352 (Rio Centro-Castelo) e iniciaram a perseguição. Dois criminosos, Rosildo Francisco de Lima, 41 anos, e Jailson de Lima da Silva, 21, tio e sobrinho, respectivamente, haviam anunciado o assalto na Avenida Brasil, na altura do Caju, e enquanto o sobrinho – que estava com uma pistola 45 – rendeu o motorista, o tio recolheu os pertences dos cerca de 40 passageiros. A dupla se descontrolou quando percebeu a aproximação da viatura e começou a efetuar disparos por uma das janelas do ônibus. O vidro traseiro e parte dos laterias do coletivo ficaram destruídos pelos disparos. Passageiros tiveram que se jogar no chão. Além do PM, o cobrador Manoel Francisco Alves, 51, que viajava como passageiro, e Artur Lopes da Silva, 21, também foram baleados. O soldado foi atingido no pé, o rodoviário na cabeça e a última vítima foi baleada na perna. Os bandidos também foram baleados, na perna e no braço.
13 de Julho: 1 PM morto
Lotado no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), o sargento Jorge Luís Pedro morreu ao tentar reagir a uma saidinha de banco – quando a vítima é seguida e assaltada após efetuar saque em agência bancária ou caixa eletrônico – às margens da Rodovia Washington Luís, no bairro Jardim Primavera, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Além do dinheiro, a pistola do PM também foi levada pelos bandidos.
18 de Julho: 1 PM morto e 1 PM baleado
Lotados no 16º BPM (Olaria), dois cabos da Polícia Militar identificados apenas como Cristiano e André foram baleados na Rua do Imperador, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Os dois foram socorridos e levados para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, mas o segundo não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade. Os PMs, que estavam de folga, haviam efetuado saque em uma agência bancária e reagiram quando criminosos anunciaram um assalto.
23 de Julho: 1 PM baleado
Lotado no 22º BPM (Benfica), o sargento Marcelo Monteiro foi baleado no ombro durante confronto com traficantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas na Favela Mandela, no Complexo de Manguinhos, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. Com medo de ser assaltado, o motorista de um caminhão dos Correios que furou o pneu na Rua Leopoldo Bulhões resolveu chamar a PM. Ao chegar no local, os policiais do Grupamento de Apoio Tático (GAT) do 22º BPM foram recebidos a tiros por bandidos que deixavam a comunidade após um baile funk. Os criminosos fugiram após o confronto e o sargento ferido foi levado para o Hospital Geral de Bonsucesso, sendo posteriormente transferido para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio.
26 de Julho: 1 PM baleado
Lotado no 9º BPM (Rocha Miranda), o cabo Alex Wehling foi baleado ao tentar abordar o motorista de um Fiat preto na Avenida Ernani Cardoso, em Casdadura, na Zona Norte do Rio. A via é uma das principais do bairro e um dos principais acessos ao Morro do Fubá, em Campinho, palco de uma tentativa de invasão de traficantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam a venda de drogas no Conjunto Amarelinho, em Irajá, e no Morro da Serrinha, em Vaz Lobo. Além do PM, que ficou com um hematoma no abdômen (o projétil ficou alojado no colete à prova de balas), um morador do Morro do Fubá – controlado por milicianos – também foi baleado. No total, seis bandidos foram presos e dois morreram em confronto. A Polícia conseguiu apreender dois fuzis, uma metralhadora com brasão do Exército paraguaio e cinco pistolas.
1º de Agosto: 1 PM morto
Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Cidade de Deus, o soldado Thiago Moraes Pontes, 29 anos, morreu após ser baleado na Rua Pirituba, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. O PM estava parado com sua moto, quando um homem atirou de dentro de um carro. Ele ainda chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, mas não resistiu.
6 de Agosto: 1 PC morto e 1 PM baleado
Lotado na 13ª DP (Ipanema), o inspetor Marcelo Bittencourt, 35 anos, morreu após ser baleado durante discussão com o sargento Marco Alexandre Caetano Ferreira, 43. Lotado no 5º BPM (Praça da Harmonia), o PM também foi baleado. Atingido por um disparo no rosto, ele foi socorrido e levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio. A briga ocorreu na saída da boate The Week. No estabelecimento, voltado ao público gay, havia ocorrido festa em comemoração pelo aniversário da promoter Renata Beyruth. O policial civil estava há um ano na corporação.
9 de Agosto: 1 PM baleado
Lotado no Hospital da Polícia Militar (HPM), em Santa Rosa, na Zona Sul de Niterói, o cabo Marco Antônio Blanco foi baleado durante sequestro ao ônibus da viação Jurema que fazia a linha Praça XV-Duque de Caxias, no final da Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio. Cerca de 20 passageiros estavam no coletivo no momento do assalto. Ao todo cinco pessoas ficaram feridas, sendo três delas encaminhadas ao Hospital Municipal Souza Aguiar e as demais atendidas por ambulâncias no local e liberadas em seguida.
Dois dos criminosos foram presos e identificados como Renato da Costa Júnior, 21 anos, e Bruno Silva Lima, 19. Um terceiro envolvido foi identificado por fotos do banco de dados da Polícia Civil como Clerivan da Silva Mesquita e teve um mandado de prisão preventiva expedido. Entre os feridos, o caso mais grave foi o da dona-de-casa Liza Mônica Pereira, 46, que foi baleada no tórax e está em estado grave com fraturas na costela e na clavícula e uma contusão no pulmão. Já Alcir Pereira, 56, foi atingido no pescoço. Outra passageira, identificada como Fabiana Gomes da Silva, 30, levou um tiro na região do glúteo. Um quarto ferido, atingido de raspão na perna, foi liberado após receber atendimento médico.
20 de Agosto: 1 PC morto e 1 PC baleado
Lotado na Academia Estadual de Polícia Silvio Terra (Acadepol), Walter Cardoso, morreu e Evandro Carlos Mendes, 33 anos, lotado no Instituto Médico Legal (IML), foi baleado por traficantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas na Favela Boa Esperança, no Complexo da Maré, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. Os dois policiais pegaram a Linha Vermelha para tentar fugir de um engarrafamento na Avenida Brasil e acabaram sendo atacados ao entrar em uma rua errada e parar na favela. O policial Walter Cardoso, que estava no carona, morreu na hora. Já Evandro ainda trocou tiros com os bandidos e, mesmo baleado duas vezes na perna, conseguiu dirigir até o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Três suspeitos de participação no crime – Matheus Nascimento da Silva, 18, baleado no braço; Vitor Souza os Reis, 28, e Gladson Ales dos Santos, 20, ambos feridos no tórax – procuraram atendimento na Unidade de Pronto Atendimento da Maré e foram transferidos para o Hospital Geral de Bonsucesso e localizados por PMs.
4 de setembro: 1 PM baleado
Lotado no 23º BPM (Leblon), o cabo Alexandro Pereira de Lima, 35 anos, foi baleado ao tentar abordar dois criminosos que estavam em uma moto e que tinham acabado de roubar R$ 5 mil que o funcionário de um quiosque na Praia de Ipanema transportava. A vítima estava em uma kombi que foi abordada por bandidos em uma moto dourada com placa ilegível. O disparo foi efetuado na Avenida Borges de Medeiros, em frente ao Clube Monte Líbano, no Leblon, na Zona Sul do Rio. Internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Miguel Couto, o PM perdeu o baço e sofreu lesões no pulmão, coração e rim.
10 de Setembro: 1 PM baleado
Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) dos morros da Coroa/Fallet/Fogueteiro, o soldado Alessandro Favaro Rocha Coutinho, 30 anos, foi baleado durante patrulhamento no Morro do Fallet, em Santa Teresa, na região central do Rio. O local possui bocas-de-fumo pertencentes à facção criminosa Comando Vermelho (CV). Socorrido e levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, o PM corre o risco de ficar tetraplégico.
12 de Setembro: 1 PM morto
Lotado no 22º BPM (Benfica), o cabo Alessandro Lemos da Silva, 39 anos, foi encontrado em uma pick up, na Rua João Dalton, em Irajá, na Zona Norte do Rio. O corpo apresentava marcas de tiros.
15 de Setembro: 1 PM morto
O sargento reformado da PM Cláudio Eduardo Balbino, 55 anos, foi assassinado em casa, na Rua Ronda Alta, no bairro Jardim Maravilha, em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio. Os bandidos fugiram no carro do PM – o Space Fox prata placa KNM 8561 -, que foi recuperado horas depois na Rua Fragoso, no mesmo bairro. O policial também era pastor.
16 de Setembro: 1 PM baleado
Lotado em unidade não divulgada, o cabo Antônio de Carvalho Peixoto foi baleado na mão durante uma tentativa de assalto, na Rua Filomena Nunes, em Olaria, na Zona Norte do Rio. O PM estava de folga com familiares quando foi abordado por um bandido que aparentava ser menor de idade. Ele reagiu e houve troca de tiros com outro criminoso que dava cobertura à ação. Os assaltantes conseguiram fugir. O PM foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha.


18 de Setembro: 1 PM morto
Lotado no 18º BPM (Jacarepaguá), o sargento Valdir Palheiro Filho foi assassinado a tiros e encontrado com as mãos algemadas dentro de um Fox preto na Rua Monadora, na Gardênia Azul, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio.
18 de Setembro: 1 PM baleado

Lotado no 35º BPM (Itaboraí), um policial que não teve o nome e nem a patente divulgados foi baleado durante confronto com criminosos da facção Comando Vermelho (CV) que controlam o tráfico de drogas na Favela da Reta Velha, em Itaboraí. O PM integrava uma equipe que tentou abordar quatro ocupantes de um Palio branco quando eles saíam da favela, por volta das 3h. Os suspeitos deram ré e começaram a atirar contra os PMs, que revidaram dando início a um breve confronto. Na troca de tiros, um dos bandidos também foi baleado. Com ele, os policiais apreenderam uma pistola 45 com dois carregadores. Os três comparsas dele conseguiram fugir.

18 de Setembro: 1 PM morto

Lotado no 23º BPM (Leblon), o soldado Renato Moura de Moraes, 30 anos, morreu ao ser baleado durante assalto na Rua Comandante Vergueiro da Cruz, na Penha, na Zona Norte do Rio. Os bandidos fugiram levando a moto e a arma do PM.

20 de Setembro: 1 PM morto e 1 PM baleado

Lotados no 27º BPM (Santa Cruz), o soldado Alex Alves da Silva, 34 anos, e o sargento Antônio José Bezerra de Assunção, 52, foram atacados por criminosos quando realizavam patrulhamento na Estrada Reta do Rio Grande, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. O ataque teria sido praticado por um grupo de traficantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) que fugiam de uma incursão do 24º BPM (Queimados) em uma favela de Itaguaí. Os PMs não tiveram tempo de reagir. Enquanto o soldado morreu ainda no local, o sargento foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, sendo posteriormente transferido para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio. Ele permanece internado na unidade, em estado grave.

28 de Setembro: 1 PM baleado

Lotado no 18º BPM (Jacarepaguá), o cabo Vicente foi baleado na perna durante confronto com assaltantes, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Os bandidos, que tentaram roubar um furgão carregado com pacotes de cigarros, ocupavam dois carros e renderam o motorista e o ajudante na Rua Bacairis. Os ladrões chegaram a fazer disparos contra os seguranças que faziam a escolta do veículo e também contra equipes do 18º BPM que foram acionadas. Os assaltantes conseguiram fugir para a estrada do Catonho sem levar o furgão. O PM baleado foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Taquara.

2 de Outubro: 1 PM baleado

Um tenente-coronel reformado foi baleado em uma tentativa de assalto em Olaria, na Zona Norte do Rio. De acordo com informações do 16º BPM (Olaria), ele reagiu à ação dos criminosos e foi atingido por dois tiros na perna, quando chegava em casa.O coronel também estava armado e atirou contra um dos suspeitos, que morreu. Os dois foram levados para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, mas o suspeito não resistiu ao ferimento. O coronel, que tem 68 anos, passa bem, segundo o batalhão. Outros dois homens participaram da ação e conseguiram fugir em um carro. Nenhum pertence do oficial foi levado.

3 de Outubro: 1 PM morto

Adido ao Departamento de Transportes Rodoviário (Detro), o sargento Marcelo Mayrink, 37 anos, foi baleado e morreu ao reagir a um assalto dentro de uma van na Avenida Vrasil, na altura de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. O assaltante acusado de matar o PM foi preso.

3 de Outubro: 2 PMs baleados

Lotados no 40º BPM (Campo Grande), o sargento Milton Luiz Fernandes Júnior, 40 anos, e o soldado Tiago Vilar da Silva, 24, foram baleados por traficantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam a venda de drogas no Complexo da Coréia, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. O ataque ocorreu na Estrada do Taquaral. O sargento foi atingido no pé e o soldado foi ferido de raspão no pescoço e na cabeça. Os PMs foram surpreendidos pelos bandidos e sequer tiveram tempo de reagir. A viatura levou cerca de 15 tiros. Os dois foram socorridos e levados para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo.

7 de Outubro: 1 PM baleado

Lotado no Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 16º BPM (Olaria), o soldado Eduardo dos Santos Ferreira foi baleado ao reagir a assalto e trocar tiros com criminosos em Olaria, na Zona Norte do Rio. No tiroteio, o casal Georgete da Silva Cordeiro, 45 anos, e André Silveira Pinto, 44, que voltava da igreja, foi atingido por balas perdidas. Todos foram socorridos e levados para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, mas a mulher não resistiu. Os dois assaltantes também foram baleados. O incidente ocorreu na esquina das ruas Gomensoro e Ibiapina, quando o PM – que seguia para casa de moto – foi abordado pela dupla, que estavam em outra moto e tinha cobertura de ocupantes de um carro não identificado. O PM foi atingido por quatro tiros. Também baleados, os bandidos abandonaram as motos e fugiram em direção à Rua Bariri sem conseguir levar a moto do soldado. Um deles, conhecido como Naldinho do Jacaré, foi preso no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier. O outro, conhecido como Cocão, ainda está foragido.

7 de Outubro: 1 PM baleado e 1 PM morto

Lotados no Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), os cabos Anderson Assis, o Godzila, e Márcio Gabriel Simão, 38 anos, foram baleados no Conjunto Residencial do Quitungo, em Brás de Pina, na Zona Norte do Rio. O cabo Assis morreu no local, que é controlado por uma milícia. O outro cabo, que já havia sido baleado no mesmo bairro, no início do ano, não corre risco de morte. Ele sofreu fratura exposta após ser atingido na perna. O crime ocorreu durante um festival noturno de pipas. O morador Cláudio Oaskes, 43, foi baleado nas nádegas e no pé, e o menino Rian Pablo Araújo e Silva, 11, na perna. Os dois foram levados para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Os PMs estavam em um bar na Praça Lagoa Mirim, em frente ao campo de futebol do Aliança e ao lado da sede da associação de moradores da comunidade, quando homens armados em uma Kombi branca passaram efetuando disparos. O cabo Márcio foi levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio.

7 de Outubro: 1 PM morto

Lotado no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), o sargento identificado como Augusto morreu após ser baleado durante assalto em Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio. O PM chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas, mas já chegou sem vida à unidade. Ele levava a esposa para o trabalho de moto quando foi abordado por dois homens armados que estavam em um carro de cor escura. Quando perceberam que a vítima estava armada, os criminosos efetuaram disparos e fugiram levando a arma do PM – um revólver 38. O crime ocorreu na frente da esposa do sargento, que cumpria a mesma rotina todos os dias e, após levá-la ao trabalho, seguia para o Cfap.

9 de Outubro: 1 PM baleado

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro Santa Marta, o soldado Leandro Nogueira Ferreira Silva, 32 anos, foi baleado durante tentativa de assalto na Travessa Ramos, no bairro Mutondo, em São Gonçalo. O PM trafegava em sua motocicleta CB 300, quando foi rendido por quatro homens. Ele reagiu e acabou baleado nas costas. Os bandidos fugiram levando sua arma, uma pistola PT 595, calibre 380. O PM foi socorrido e levado para o Pronto Socorro de São Gonçalo (PSSG), no Zé Garoto, sendo posteriormente transferido para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, onde passará por uma cirurgia para retirada do projétil que está alojado nas costas. O soldado está lotado na UPP Santa Marta há um ano e seis meses.

14 de Outubro: 1 PM morto

Lotado no 19º BPM (Copacabana), Marco Roberto Margato dos Santos morreu após ser baleado durante confronto entre traficantes e milicianos. O tiroteio ocorreu no Morro do Saçu, em Quintino, na Zona Norte do Rio. Criminosos da facção Amigos dos Amigos (ADA) do Morro do Dezoito invadiram a comunidade vizinha e trocaram tiros com integrantes de uma milícia que controla o local.

17 de Outubro: 1 PC baleado

Lotado na 32ª DP (Jacarepaguá), o policial civil Anderson Paes da Silva foi baleado na perna por dois ladrões durante tentativa de assalto, em Higienópolis, na Zona Norte do Rio. O policial saía de casa para o trabalho quando foi abordado na Rua Alvoreda. Quando os bandidos anunciaram o assalto, tentando roubar seu veículo, o agente reagiu. Os assaltantes fugiram e o policial foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier.

18 de Outubro: 1 PM baleado

Lotado no 12º BPM (Niterói), um policial militar que não teve nome nem patente divulgados foi baleado ao reagir à tentativa de assalto na Rua Desidério de Oliveira, em um dos acessos à Favela do Sabão, no Centro de Niterói. Os criminosos atiraram cerca de 15 vezes contra o Peugeot preto do PM, que foi atingido no braço. O crime ocorreu próximo ao supermercado Extra e o policial fugiu pela contramão até a loja de material de construção Amoedo, batendo de frente em um táxi. O carro dele ficou amassado na traseira e na lateral do lado do passageiro e com o para-brisa destruído pelos tiros. A arma do PM – um revólver Rossi calibre 38 – foi apreendido e será submetido à perícia criminal.

20 de Outubro: 1 PC morto

Lotado na 27ª DP (Vicente de Carvalho), o inspetor Renan Rosa Patrício, 43 anos, morreu após reagir a um assalto em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio. Ele passava de carro pela Rua Marupiara quando foi abordado pelos criminosos. O policial chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, mas não resistiu aos ferimentos. O carro dele foi abandonado pelos bandidos na Rua Emílio Goelde, em Coelho Neto, também na Zona Norte.

26 de Outubro: 1 PF morto

Lotado na Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários da Polícia Federal, o agente Carlos Henrique Ramos Cerqueira, 44 anos, realizava uma investigação na Rua Frei Orlando, acesso à Favela do Jacaré, em Piratininga, na Região Oceânica de Niterói, quando foi identificado como policial e assassinado por criminosos integrantes da facção Comando Vermelho (CV), que controlam o tráfico de drogas no local.

5 de Novembro: 1 PM baleado

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro da Mangueira, o soldado Amorim foi baleado durante perseguição e troca de tiros na Rua São Luiz Gonzaga, em um dos acessos ao Morro do Tuiutí, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. Uma equipe da UPP realizava patrulhamento quando desconfiou de um Toyota Corolla preto placa KYB 5074. Quando notaram a aproximação dos PMs, os ocupantes dos veículos efetuaram disparos atingindo o soldado em uma das pernas. No revide, o criminoso identificado como Valdenho Godinho Bezerra da Silva, o Nem, 20 anos, também foi baleado. Ele foi internado sob custódia no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro. Já o PM recebeu atendimento médico no Hospital Centra da Polícia Militar (HCPM), no Estácio.

16 de Novembro: 1 PM morto

Lotado no Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), um policial que não teve o nome e nem a patente divulgados foi encontrado morto na Rua Ferreira Pontes, no Andaraí, na Zona Norte do Rio. O corpo tinha marcas de tiros e estava próximo de uma granada em um saco preto. Foi preciso acionar o Esquadrão Antibombas da Polícia Civil para retirar o artefato do local.

21 de Novembro: 1 PC baleado

Lotado na Divisão Anti-Sequestro (DAS), um policial que não teve o nome divulgado foi baleado durante ação para libertar uma vítima. A vítima estava deixando a Praia de Ipanema, no bairro de mesmo nome, na Zona Sul do Rio, quando foi abordada por quatro homens armados. Os criminosos ligaram para o ex-marido da mulher exigindo resgate. Ele entrou em contato com a DAS, que passou a monitorar as ligações feitas do celular da vítima. Os sequestradores concordaram em receber o pagamento na Avenida Rio Branco, no Centro do Rio, e, após o pagamento, os bandidos perceberam que estavam sendo seguidos. Eles atiraram contra os policiais, atingindo um inspetor no ombro. Os criminosos partiram com o carro da vítima e o abandonaram, com ela dentro, na Rua da Alfândega, a menos de 1 km do local do resgate.

Inspetor Nilson Monteiro Calmon, 43 anos
3 de Dezembro: 1 PC morto

Lotado na 22ª DP (Penha), o inspetor Nilson Monteiro Calmon, 43 anos, foi morto na frente do filho de 4 anos de idade durante um assalto, em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio. O policial estava em uma vídeo locadora quando quatro homens armados saíram de um Peugeot prata, entraram no estabelecimento e anunciaram o assalto. Os bandidos exigiram que Nilson entregasse o cordão de ouro que usava. Quando o policial ergueu os braços para retirar a joia, os criminosos viram sua arma na cintura e atiraram nele. O inspetor estava há 15 anos na Polícia Civil e além do menino de 4 anos deixou uma filha de 14 anos.

5 de Dezembro: 1 PM morto

O terceiro sargento reformado da Polícia Militar Roberval Viana Nascimento morreu após reagir a uma tentativa de assalto na Pavuna, na Zona Norte do Rio. O PM estava na Rua Coronel Phidias Távora quando foi abordado por dois ocupantes de um Gol verde que vestiam camisas com inscrição da Polícia Civil. Depois de ter sua identidade policial descoberta, ele foi atingido por um tiro de fuzil no abdômen. Ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, mas já chegou morto na unidade de saúde.

8 de Dezembro: 1 PM baleado

Lotado no 22º BPM (Benfica), o soldado Carlos Salvador Pires, 34 anos, foi baleado durante troca de tiros com traficantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) que controlam a venda de drogas no Complexo de Manguinhos, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. O confronto ocorreu na Rua Leopoldo Bulhões e também deixou dois moradores baleados e um acusado de ter envolvimento com o tráfico, identificado como Wallace de Paula Lima, 19 anos, morto. Ele teria passado em uma moto e efetuado disparos contra os PMs, que revidaram. Além do PM – atingido na virilha direita – também ficaram feridos o aposentado José Eugênio da Silva, 63 – baleado de raspão no tórax – e Everton de Freitas Dias, 20, ferido na coxa direita. Na mesma ação, um menor de 17 anos foi apreendido com uma pistola 45, munição de fuzil 762, fogos de artifício, crack e um caderno com anotações do tráfico.

Inspetor Pedro Augusto Brito de Jobim, 29 anos
14 de Dezembro: 1 PC morto

Lotado na 12ª DP (Copacabana), o inspetor Pedro Augusto Brito de Jobim, 29 anos, morreu após trocar tiros com um menor de 16 anos que tentou assaltá-lo, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. O policial estava de folga e seguia em sua moto Hornet 600 na pista lateral da Avenida das Américas. Ele parou em um sinal de trânsito quando foi abordado pelos ocupantes de uma outra moto. A dupla anunciou o assalto e o policial reagiu. Ele e o menor foram baleados e morreram. A pistola calibre 40 do inspetor e o revólver calibre 357 usado pelo menor foram recolhidos no local. O comparsa do adolescente conseguiu fugir.

Inspetor Pedro Augusto Brito de Jobim, 29 anos
24 de Dezembro: 1 PC morto

Lotado na 76ª DP (Centro de Niterói), o inspetor Emanoel Marcelo da Silva Guimarães, 38 anos, morreu ao reagir a uma tentativa de assalto, na Estrada Marechal Alencastro, em Anchieta, na Zona Norte do Rio. O policial ainda foi encontrado com vida por equipes do 41º BPM (Irajá), que o socorreram e levaram para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, mas o inspetor não resistiu. Ele foi baleado na cabeça e seu corpo estava próximo a seu carro, o Kia Sorento preto placa KZN 4542.

27 de Dezembro: 1 PM morto

Lotado no 5º BPM (Praça da Harmonia), o cabo Leandro Monteiro Ramos, 35 anos, foi executado enquanto jogava cartas próximo à estação do metrô de Colégio, na Zona Norte do Rio. Ele foi atingido por tiros disparados por homens que passaram em um carro de modelo e placa não anotados. O PM chegou a ser levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, também na Zona Norte, mas não resistiu. Além do policial, Alan Mendes da Silva, 28, e os adolescentes Thiago Pereira e Vinicius Donizete, ambos de 17 anos, foram atingidos. Todos foram atendidos em unidades de saúde e não correm risco de vida.

29 de Dezembro: 1 PM morto

Lotado no 5º BPM (Praça da Harmonia), o sargento André Luiz Gomes Figueira foi morto ao reagir a um assalto na Rua do Piano, em Campos Elíseos, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Os bandidos fugiram no carro do PM.
Relembrando – Estatística de Policiais Mortos e Baleados:
-> 2009
-> 2010